
30/1/2010
Fonte: Diário do Nordeste

30/1/2010
Fonte: Diário do Nordeste
Venda de ventiladores aumenta até 50% nas lojas de Fortaleza. A tentativa do consumidor é encontrar um pouco de alívio para a onda de calor que toma conta da cidade
Henriette de Salvi
28 Jan 2010 - 02h48min
Christiany Zanotto Sena*
Facilidade é a palavra-chave para atrair e fidelizar o consumidor contemporâneo. Em meio à cansativa rotina da mulher ou do homem encarregado pelas compras, proporcionar um ambiente com serviços e projetos que facilitem a vida do consumidor pode ser o segredo do sucesso no varejo.
Hoje, o consumidor deixou de lado o hábito de comprar produtos para montar um estoque em casa, como fazia na década de 80 e meados de 90, por exemplo. A compra agora é restrita aos itens de real necessidade no dia a dia e para poucos dias. Por isso, o consumidor passou a aumentar o número de visitas ao supermercado, o que aumenta a possibilidade de compra não planejada, a chamada compra por impulso. Cada ida à loja tornou-se mais significante e mais corrida.
Quando pensamos em facilitar a compra, e consequentemente a vida do consumidor, o primeiro passo diz respeito à organização da loja. Um ponto de venda efetivamente organizado atrai a atenção daqueles que se preocupam em passar o menor tempo possível na loja. Expor os produtos de forma lógica, separando áreas específicas para bebidas, alimentos prontos, alimentos secos, entre outros, facilita a busca de cada item e torna a compra mais prática.
As vantagens em torno de uma boa organização são evidentes para os dois lados: o consumidor pode encontrar o que quer com rapidez, enquanto a loja fortalece a imagem de preocupação com o cliente, já que trabalha para o seu conforto.
Claro que medidas de praxe, como expor produtos de maior giro no fundo da loja para forçar o tráfego e aumentar a permanência do consumidor na loja, não estão descartadas. No entanto, se enquanto caminha pelos corredores, o shopper consegue ter uma visão lógica de sua organização, as chances de ele se lembrar de produtos que precisa em cada categoria são muito maiores!
Nesse quesito, também vale apostar na técnica de cross merchandising. Esse tipo de exposição casada, em que um produto complementar é exposto em um ponto extra, criado ao lado de um produto alvo, reforça a lembrança do consumidor e aumenta a probabilidade da compra de produtos fora da lista planejada.
Na mesma linha está a exposição de produtos próximo à área de check out. Esses produtos também aumentam a chance de compra não planejada, porque dão ao consumidor a possibilidade de ter acesso a itens que ele não deu importância na gôndola, devido à pressa. No momento em que ele passa alguns minutos na fila para pagar, esses produtos atraem sua atenção e podem despertar seu interesse.
O segundo passo para facilitar a compra está associado à identificação de produtos. A última coisa que o consumidor deseja é chegar ao corredor da categoria e ter que gastar alguns minutos procurando determinado item. Para solucionar o problema, entram em cena os projetos de ambientação de gôndola.
O conceito é simples: trata-se de decorar todos os pontos visíveis da gôndola de forma a delimitar toda a área de exposição do produto com faixas e materiais personalizados da marca exposta ou da própria loja. Em meio à diversidade de produtos expostos no corredor, a partir dessa decoração, ele pode identificar exatamente o produto que procura, de forma rápida e eficaz. Existem algumas lojas que já possuem testeiras iluminadas, para categorias de produto, que ajudam nesse conceito de sinalização para o consumidor.
Os objetivos dessa ambientação passam pela maior rotatividade de produtos, geração de tráfego e facilidade de identificação de produtos por categoria ou marca. Vale lembrar que as grandes marcas do varejo possuem projetos de ambientação próprios, que podem ser negociados durante as vendas. Além de criar pontos extras de exposição, sempre são bem-vindos às lojas.
Para identificar o melhor projeto de exposição, vale ter em vista o resultado que se deseja alcançar com o investimento. Se a loja deseja passar uma imagem de produtospremium, de maior valor agregado, uma boa dica é apostar em estruturas consideradas mais “agressivas”, com peças mais arrojadas, iluminadas. Caso a intenção seja apenas demarcar território e definir os produtos, modelos mais simples cumprem bem o papel.
Além das ações para organizar a exposição e auxiliar na identificação dos produtos, as ações realizadas pelos anunciantes na loja também pode ajudar a reforçar a lembrança do consumidor, como degustações, sampling, promoções. Essas ações ainda proporcionam um ganho extra: a fidelização. Estar presente na vida e na mente do shopper passa segurança e confiança ao consumidor, conceitos que muitas vezes são tão importantes quanto o quesito preço. Essa lembrança também pode ser determinante no ato da compra, pois o recall da marca ou das ações é o que vem à tona quando ele está no processo de escolha ou em dúvida.
Uma loja corretamente dividida e sinalizada torna-se um ambiente agradável, que leva à compra com conforto e praticidade. Junto com promoções e outras ações para estimular a compra, forma um conjunto essencial para estreitar e otimizar o relacionamento entre consumidor e o ponto de venda. Cabe aos lojistas determinar as melhores práticas para atrair e fidelizar o seu consumidor.
De acordo com o levantamento divulgado pelo IBGE, em 2009, o rendimento médio do trabalhador foi de R$ 1.350,33, atingindo o maior patamar da série histórica da PME
Agência Brasil
Fonte: http://opovo.uol.com.br
A região metropolitana fechou o ano de 2009 com 168 mil pessoas pressionando o mercado de trabalho por uma vaga, quatro mil a menos que no mês anterior
29/1/2010
Indicador que mostra o desemprego na Região Metropolitana apresentou declínio desde abril de 2009
Fonte: http://diariodonordeste.globo.com
Expectativa da Acesu é de que as vendas nos supermercados do CE saltem mais 10% em 2010Mentha Pimentha pretende abrir lojas nos principais shoppings e ruas comerciais da capital e do interior
Investidores de Fortaleza e do interior do Ceará que desejam atuar como franqueado no segmento de sapatos e acessórios femininos já contam com uma opção de negócio diferenciada, a Mentha Pimentha.
O projeto da franquia foi lançado, oficialmente, em dezembro de 2009. A marca reúne importantes diferenciais: é comandada por empresários que atuam no mercado varejista de calçados há mais de uma década, oferece produtos diferenciados, de excelente custo-benefício e em sintonia com a moda, e apresenta proposta de atendimento que pode fazer a diferença no relacionamento com o cliente.
A loja-conceito da Mentha Pimentha, instalada na tradicional rua Pamplona, nos Jardins, em São Paulo reflete o que a rede tem. Vinícius Bertaglia, franqueador que, junto à irmã, Andressa Bertaglia Squassoni, estará à frente das operações."Nossa principal meta é refrescar a forma de vender sapatos. E isso se refletiu no produto e na loja", explica.
Os irmãos que também têm como sócios Fabio Colombo, que atuará na gestão de canais e rede de franquias, e Flávio Cera, que responderá pela área financeira - cercaram-se de consultores experientes em branding, visual merchandising, arquitetura e franchising, além de estilistas gabaritados. "Com relação aos produtos, nossos sapatos ficaram com mais alegria, leveza e sensualidade", destaca Bertaglia. “
A ideia é refrescar a venda que se estende também ao visual da loja. "O conceito dos arquitetos foi criar um espaço descontraído e alegre, que fugisse do padrão de loja que encontramos atualmente", conta o franqueador. Assim, com essas características, o ambiente ficou atrativo não só para os clientes, mas também, para o investidor que está buscando propostas diferenciadas de negócio”.
Negócio
A Mentha Pimentha possui três unidades próprias em São Paulo,– duas na capital e uma na zona metropolitana. Em se tratando de franchising, a fim de oferecer um negócio realmente viável e com boa rentabilidade, conta com a consultoria do Eduardo Sato, que já passou por empresas como Tribo dos Pés, Constança Basto e Carmen Steffens. O profissional dedicou-se à formatação e também acompanhará de perto a expansão da marca. “
O investimento numa unidade Mentha Pimentha exige de R$ 150 mil a R$ 250 mil fora o ponto comercial, que precisa ter, no mínimo, 30m2 . "A taxa de franquia também é variável: de R$ 25 mil a R$ 45 mil. O lucro líquido do franqueado é de 15% sobre o faturamento médio que oscila de R$ 60 mil a R$ 150 mil", diz Sato.
Perfil
Tipo de Negócio: Comércio de calçados, bolsas, cintos e acessórios em couro
Ano da Fundação: 1997
Início da Franquia no Brasil: 2009
Total de unidades: 3 próprias
Investimento médio inicial (sem a taxa de franquia): de R$ 150 mil a R$ 250 mil
Taxa de Franquia: de R$ 25 mil a R$ 45 mil
Royalties: 14% sobre as compras
Fundo de Publicidade: 3% sobre as compras
Área mínima de uma unidade: 30 m2
Número de funcionários por unidade: 5 a 10
Faturamento médio: de R$ 60 mil a R$ 150 mil
Lucro líquido: média de 15% sobre o faturamento
Prazo de retorno do investimento: de 18 a 36 meses
Informações
Site: www.menthapimentha.com.br
E-mail: \n Este endere%C3%A7o de e-mail est%C3%A1 protegido contra SpamBots. Voc%C3%AA precisa ter o JavaScript habilitado para v%C3%AA-lo. " style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration: none; ">sato@menthapimentha.com.br
Fonte: www.investne.com.br
27/1/2010
22/1/2010
Segundo o IPDC, neste mês, 56,7% dos consumidores afirmaram ter algum tipo de dívida, ante 65% em 2009