Páginas

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Crescimento da renda real das famílias brasileiras contribui para queda de cheques devolvidos e títulos protestados

Portal Varejista

Dados da Equifax, líder mundial em informação e inteligência para decisão e gestão empresarial, mostram que no mês de dezembro foram registrados 1.989.926 cheques devolvidos, o que aponta uma redução de 3,45% frente a novembro de 2009. Em dezembro de 2008 os números foram 19,95% menor. Já em comparação por dias úteis, os resultados de dezembro de 2009 foram 12,23% inferiores aos do mês anterior e 19,95% inferiores àqueles registrados em dezembro de 2008.

Este cenário é resultado do crescimento da renda real das famílias, da queda das taxas de juros praticadas no comércio, da expansão no prazo de financiamento e, sobretudo, da injeção dos recursos do 13º salário e do adicional de férias de fim de ano. Para janeiro, o aumento real do salário mínimo também deve contribuir com a recuperação financeira dos consumidores.

Comércio cearense acumula alta de 9%





15/1/2010

No penúltimo mês do ano, o varejo do Estado obteve crescimento de 7,2%, inferior ao observado em outubro

Os incentivos fiscais dos governos Federal e Estadual, as facilidades de crédito e o aumento do poder de compra do trabalhador cearense estão se refletindo positivamente no volume de vendas do comércio estadual, que registrou alta de 9% nos onze primeiros meses de 2009, com relação a igual período do ano anterior.

Em novembro, o comércio teve crescimento de 7,2% ante o mesmo mês de 2008, mas o incremento não alcançou os ótimos resultados observados em outubro, de 14%, 6,8 pontos percentuais acima.

Os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de novembro, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que o Ceará, que obteve o segundo melhor desempenho do País no mês anterior, caiu várias posições e ficou atrás de outros 18 estados da federação. Apesar da queda no volume de vendas com relação a outubro, os índices são otimistas. "Esse resultado se deve ao fato de o governo ter reduzido a alíquota do IPI. Esse crescimento já era esperado. A gente soube aproveitar todos esses benefícios para sair da crise", afirma Cid Alves, presidente do Sindicato do Comércio Lojista de Fortaleza (Sindilojas).

Para o Sindilojas, mesmo sem o fechamento dos dados referentes a dezembro, o desempenho acumulado de 2009 deve se manter acima do registrado em 2008, encerrando entre 9,2% e 9,4%. Para 2010, Cid Alves crê que o Ceará possa ter "o melhor ano da história, desde que o governo consiga manter o abastecimento de mercadorias, trabalhe para que não haja capitalização em alguns setores e mantenha as taxas de juros em níveis semelhantes ou inferiores às praticadas atualmente".

Setores

Setorialmente, o melhor desempenho em novembro foi assinalado pelas vendas de livros, jornais, revistas e papelaria; cuja alta foi de 17,7% com relação a igual mês de 2008. Em outubro, o setor também já havia registrado o melhor resultado (+45,3%). No penúltimo mês de 2009, setores como hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (+11,4%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+10,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (+9,9%); móveis e eletrodomésticos (+9,2%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+4,7%); e tecidos vestuário e calçados (+1,2%) também obtiveram incremento em seus volumes de vendas. A exceção ficou por conta dos índices de combustíveis e lubrificantes, que caíram 1,2% se comparados a novembro de 2008.

Resultados nacionais

As vendas no comércio no País em novembro cresceram 1,1%, na comparação com outubro. Trata-se da sétima alta consecutiva na comparação mês a mês. Em relação a novembro de 2008, houve alta de 8,7%.

No acumulado de janeiro a novembro, o comércio tem crescimento médio de 5,5% em relação a igual período em 2008. Nos acumulado dos últimos 12 meses até novembro, as vendas cresceram 5,3%. A receita nominal de vendas no comércio teve expansão de 1,3% em novembro, na comparação com outubro. Em relação a novembro de 2008, a receita do comércio aumentou 11%, com destaque para o setor de artigos farmacêuticos, medicamentos e de perfumaria (18,5%). As vendas no comércio varejista ampliado - que inclui ainda o desempenho das vendas de veículos e motos, partes e peças e material de construção apenas no varejo - registraram alta de 0,6% em novembro, frente a outubro. Na comparação com novembro de 2008 houve alta de 16,4%. As vendas de veículos e motos, partes e peças subiram 0,5% na comparação com outubro. Já as vendas de material de construção no varejo registraram alta de 2,7%, segundo resultado positivo consecutivo. Na comparação com outubro, cinco das oito atividades pesquisadas registraram crescimento, com destaque para móveis e eletrodomésticos (5,9%). Por outro lado, houve retração nas vendas de outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,9%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-1,1%).


quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Setor de telefonia móvel cresceu 15,4%

Telefonia móvel no Ceará contava, até novembro do ano passado, com 6.195.697 linhas

20/1/2010

País tem 173,9 milhões de acessos. Em dezem- bro, houve incremento de 4,2 milhões, segundo a Anatel

Brasília O Brasil teve 23,3 milhões de novos acessos à telefonia móvel em 2009, divulgou ontem a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Esse número representa crescimento de 15,4% no setor de telefonia móvel no País. O resultado só é pior que o de 2008, quando os brasileiros adquiriram 29,6 milhões de novos celulares.

Agora, o País tem 173,9 milhões de acessos, uma densidade de 0,9 celular por pessoa. Só em dezembro, houve um incremento de 4,2 milhões. Segundo a Anatel, foi o melhor mês do ano para o setor. O Ceará, até novembro, somava 6.195.697 linhas de telefonia móvel. No Nordeste, o crescimento no ano foi de 15,70%.

No País, a Vivo continua na liderança, com 29,7% de participação. Depois vem a Claro, com 25,5%, e a TIM, com 23,6%. A tecnologia GSM continua preponderante: 90% do mercado.

São cinco os estados que possuem mais celulares que habitantes: Distrito Federal, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e, a partir de dezembro, Rio Grande do Sul.

A região Norte é a que mais avança na relação de celulares por habitante. O crescimento de teledensidade na região em 2009 foi de 21,27%. Na região Sudeste cresceu 16,39%.

O mercado de banda larga pela telefonia celular triplicou de tamanho em 2009, segundo balanço divulgado ontem pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Telefonia 3G

Os celulares de terceira geração (3G) e os modems de acesso à internet já somam 8,66 milhões em todo o País, o que representa 211,63% de crescimento em relação a dezembro de 2008, quando existiam 2,78 milhões de acessos. Somente no mês passado foram vendidos 544 mil aparelhos, entre telefones 3G e modems. A banda larga pelo celular surgiu no País em 2008 e cresce a taxas mais elevadas do que as da banda larga fixa. O novo conselheiro da Anatel, Jarbas Valente, que ocupava a Superintendência de Serviços Privados da agência, chegou a prever que os acessos à internet rápida via celular deverão superar, ainda em 2010, as conexões pelas redes fixas, que são de cerca de 13,5 milhões.

Brasileiro gasta mais lá fora

21/1/2010

Em 2009, a soma dos gastos dos turistas brasileiros no exterior foi de US$ 10,9 bilhões, 2ª maior desde 1947

Brasília A queda do dólar e a retomada do emprego ajudaram a manter em alta os gastos de brasileiros com turismo no exterior. Em 2009, essas despesas somaram US$ 10,9 bilhões, o 2º maior valor desde 1947, início das estatísticas oficiais.

No começo do ano, os efeitos da crise econômica chegaram a reduzir essas despesas em cerca de 40%. Mas a estabilização na renda do brasileiro e o comportamento do câmbio ajudaram a reverter essa queda.

Os gastos dos estrangeiros que visitam o Brasil caíram 8% em 2009, o que reflete a desaceleração do turismo internacional ante a crise. A diferença entre os dois resultados, US$ 5,6 bilhões, aumentou o déficit do País na conta de viagens internacionais. O número é recorde da série histórica do Banco Central (BC). Para este ano, o governo prevê que o déficit seja de US$ 7 bilhões.

Remessas sobem

As transações do Brasil com o exterior tiveram em dezembro o pior resultado mensal em mais de 60 anos. Segundo o BC, o comportamento reflete, principalmente, o aumento das remessas de lucros e dividendos no fim de 2009 e a piora na balança comercial. Para analistas, indica também que o País ficará mais dependente de capital externo para financiar o seu crescimento e os investimentos em áreas estratégicas, como a exploração do petróleo no pré-sal e para as obras da Copa de 2014 e a Olimpíadas em 2016.

Depois de cinco anos seguidos de superávit nas suas transações com o exterior, período em que a poupança interna foi suficiente para bancar os investimentos do País, as contas externas do Brasil voltaram a registrar resultados negativos nos últimos dois anos. Em 2009, por exemplo, o déficit ficou em US$ 24,3 bilhões, 14% abaixo do resultado do ano anterior. Essa queda reflete, no entanto, apenas o comportamento da economia no período mais grave da crise financeira mundial, quando o Brasil importou menos e reduziu seus gastos com serviços externos. Com a retomada do nível de atividade, em dezembro de 2009 o déficit ficou em US$ 6 bilhões, valor mensal recorde desde 1947. Para janeiro, dados parciais do BC projetam déficit de US$ 5,5 bilhões.

Ceará gera 64 mil empregos



21/1/2010

O setor de serviços apresentou o melhor saldo do ano, com 21.439 novos postos de trabalho, em 2009

O mercado de trabalho no Ceará gerou 64.436 novos empregos formais em 2009, crescimento de 55,49% em relação a 2008 (41.441). É o segundo melhor saldo do Nordeste, atrás da Bahia (71.170) e na frente de Pernambuco (46.717). Os dados são do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) e foram divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No ano passado, foram 25.447 admissões e 32.308 desligamentos, no Estado.

O presidente do Sine/IDT, Francisco de Assis Diniz, diz que o resultado "rompeu toda estrutura lógica". Para ele, era esperada a manutenção do desempenho de 2008, com alta de até 10%. "É um resultado histórico", afirma Diniz, em relação ao recorde do Estado na série histórica do Caged para o período.

A criação de novas vagas representa uma expansão de 7,73%no estoque de assalariados com carteira assinada. É a maior do Nordeste e a segunda maior do Brasil, ficando atrás apenas de Rondônia ( 14,88%).

Apesar deste incremento no mercado de trabalho, o mês de dezembro seguiu seu ritmo tradicional e registrou perdas de 356 empregos celetistas. "É uma queda pequena", reflete Diniz. Ainda segundo o Cadastro Geral, no período de 2003 a 2009 foram criados 259.919 postos de trabalhos formais.

Destaque nos serviços

O setor de serviços apresentou o melhor saldo do ano, com 21.439 novos postos de trabalho, em 2009. Destacam-se ainda a indústria de transformação (21.130) e construção civil (9.816), que triplicaram os resultados apresentados em 2008: 6.716 e 3.344 empregos celetistas, respectivamente.

Com exceção da agropecuária, serviços de utilidade pública e administração pública, todos os demais setores mostraram saldos superiores ao verificado em 2008.

O comércio gerou 12.559 novos postos de trabalho, sendo 10.436 para o varejo e 2.123 para o ramo atacadista. Somente em dezembro, o setor criou 2.996 vagas, o melhor resultado no mês. Na análise do presidente do Sine/IDT, o que favoreceu este cenário foi a ampliação do poder de compra, a recuperação do salário mínimo, elevação do crédito. "Tudo isso gera consumo", avalia Diniz.

Para 2010, ele diz que as obras públicas do governo serão relevantes para manter o cenário favorável. "Sempre o ano só começa depois do Carnaval, mas agora, já viramos o ano com empresas solicitando trabalhadores", afirma. "A expectativa é que janeiro mantenha igual padrão dos meses pós-crise".

RMF é 3ª no ranking

A Região Metropolitana de Fortaleza registrou acréscimo de 46.733 empregos formais (alta de 7,50%) no ano de 2009. Resultado recorde da série histórica do Caged para o período.

O saldo é o terceiro melhor do País, atrás da região metropolitana de São Paulo, onde foram criados 159.670 postos formais, e Rio de Janeiro, com 74.224 novos postos; e na frente de Belo Horizonte, 42.459 postos; e Salvador, 39.965 postos (saldo recorde para o período).

Somente em dezembro, o saldo na RMF ficou em 1.639 novos empregos.

No ano, todos os setores registraram saldo positivo: extrativa mineral (25), indústria (9.501), construção civil (7.874), comercio (8.708), serviços (19.555), administração pública (926) e agropecuária (18).

Somente na Capital, foram 35.391 novos empregos em 2009, sendo 1.519 em dezembro. O segundo melhor resultado no ano, entre os municípios é de Sobral (9.665, tendo uma perda de 277 postos no último mês), seguido por Maracanaú (3.494 no ano e 62 em dezembro) e Eusébio (2.510 novas vagas no ano e 217 no mês).

OPINIÃO - Cid Gomes, Governador do Ceará

Investimentos contribuíram para resultado

Superar todos os recordes na geração de empregos, em um ano considerado difícil economicamente para todo o mundo, demonstra que o Ceará tem acertado ao insistir em investimentos em áreas chave como infraestrutura, educação e saúde. A consolidação de grandes projetos, como a Siderúrgica, o Metrô de Fortaleza, os hospitais do Cariri e da Região Norte, a ampliação do Porto do Pecém, a construção e restauração de cerca de 2 mil quilômetros de estradas, a construção de 102 escolas de ensino profissional, entre outras ações, têm atraído investimentos, empresas e empregos para o Ceará. O ano de 2010 também promete superar os números de 2009 e incorporar ainda mais cearenses ao mercado formal de trabalho.

CAROL DE CASTRO
REPÓRTER

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Crescimento do varejo cearense é destaque no País


O comércio do Ceará obteve o segundo melhor desempenho em arrecadação e vendas. Segundo pesquisa do IBGE, o crescimento do rendimento do setor foi de mais de 18% e os negócios ampliaram 13,9% em outubro em comparação com setembro passado

Carlos Henrique Coelho
chenrique@opovo.com.br
16 Dez 2009 - 00h50min

O Ceará registrou o segundo melhor resultado do País em vendas e lucros do varejo em outubro. Em termos percentuais, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). A variação da arrecadação foi de 18,2% em relação a setembro. O resultado só é menor que o alcançado pelo Piauí, que obteve 20,5% de aumento. No acumulado do ano, no Ceará, a arrecadação varejista apontou incremento de 13,5% nos negócios e aumento de 13,2% nos últimos 12 meses.

A quantidade de produtos vendidos evoluiu 13,9%, e também só ficou atrás do Piauí, que registrou aumento de 15,9% em outubro. No ano, o Estado obteve crescimento de 9,2% e nos últimos 12 meses 8,6%. Segundo o superintendente da Fecomércio-CE, Alex Araújo, a depreciação apresentada entre o volume de arrecadação e a quantidade de produtos vendidos é uma tendência natural. ``Isso comprova que os cearenses estão comprando artigos mais caros, como automóveis, por exemplo``, diz.

Modernidade
Para o pesquisador do IBGE, que participou da elaboração do levantamento, Nilo Macedo, o fato é um fenômeno fruto da modernidade. ``Com a chegada de equipamentos cada vez mais tecnológicos, a classe média acaba gastando mais e isso reflete na arrecadação do comércio``, explica.

Macedo lembra que as facilidades de acesso ao crédito, financiamentos cada vez mais longos e a estabilidade política e econômica do País ajudam no crescimento das vendas. ``É algo importante. As pessoas se sentem mais seguras em comprar produtos mais nobres``, comenta.

Alex Araújo lembra também que a arrancada na aquisição de bens duráveis no Estado, como os de carros, se deu nos últimos dois meses, com a notícia do fim da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). ``Percebemos que a procura foi grande e isto com certeza influenciou nos resultados da pesquisa do IBGE``, afirma.

O fato serve como resposta ao também bom desempenho do Estado no quesito varejo ampliado, que incorpora itens como automóveis, peças, motos e materiais de construção. Neste caso, o Ceará ampliou o volume de vendas em 14,5%, sendo 9% no ano e 7,7% nos últimos 12 meses.

Ainda de acordo com Araújo, o percentual de crescimento nas vendas do varejo deve mesmo ficar no patamar atual. Ele adianta que 2009 vai fechar com incremento de 9%. ``Os meses de novembro e dezembro vão permanecer neste patamar``, diz.

E-MAIS

DESTAQUES
> Segundo o documento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os itens que puxaram mais a arrecadação do comércio foram os livros, jornais e papelaria, com 49,9% de crescimento entre setembro e outubro.

> Em seguida aparecem supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com incremento de 24,3%.

> Outros produtos de uso pessoal tiveram alta de 21,6%. Móveis e eletrodomésticos surgem com 20,2% e os tecidos, vestuário e calçados aparecem com 17%.

> Fecham a conta os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com 5,4%.

> Artigos farmacêuticos, médicos ortopédicos, perfumaria e cosméticos, com 12,9%. E, finalmente, combustíveis e lubrificantes cresceram 3,2%.

> As vendas de hiper e supermercados, segmento de maior peso na pesquisa de varejo, tiveram desempenho positivo e puxaram para cima os resultados.

Pão de Açúcar de olho na Insinuante

Empresário Abílio Diniz estaria interessado em comprar a rede varejista baiana

Por Welliton Moraes


18 de Janeiro de 2010 às 10:39

Informações que circulam no mercado sinalizam que o apetite de compra do empresário Abílio Diniz, controlador do Pão de Açúcar, grupo que no ano passado incorporou o Ponto Frio e as Casas Bahia, pode abocanhar outras empresas neste ano. O próximo alvo poderia ser a baiana Insinuante, hoje a terceira rede de varejo do País, com cerca de 220 lojas em 11 estados, a maioria na Região Norte e Nordeste, praças onde a presença do Pão de Açúcar, do Ponto Frio e das Casas Bahia ainda é tímida.


A compra também é estratégica, tendo em vista o incremento do mercado consumidor local. A disposição na mesa de negociações, no entanto, pode mudar a qualquer momento. Vale lembrar que a própria Insinuante tinha se candidatado a comprar o Ponto Frio em 2009.


O posicionamento oficial do Pão de Açúcar é de não comentar o que considera especulação. A Insinuante, por sua vez, não se manifestou. Na outra ponta, a expectativa é que o Walmart e o Carrefour, que brigam com o Pão de Açúcar pela liderança do setor, anunciem novas aquisições para fazer frente às investidas de Abílio Diniz.


Fonte: http://www.mmonline.com.br

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Varejo no Ceará cresce 7,7% no quadrimestre




Vendas de vestuário e calçados caíram 9,8% em abril, no País, ante igual mês de 2008



17/6/2009

Em abril, a alta foi de 7,8% e no acumulado de 12 meses, 8,1%. Em março, o indicador era de 10,4%

As vendas do comércio varejista no Ceará, em abril, cresceram 7,8% em comparação com igual mês do ano passado. No quadrimestre, a alta foi de 7,7% e no acumulado de 12 meses, 8,1%. Frente a março (10,4%), o indicador é menor em 2,6 pontos percentuais. O resultado coloca o Estado na 4ª posição no Nordeste e 9ª no ranking nacional. Na região, o melhor índice foi de Sergipe (12,4%), seguido por Alagoas (9,7%) e Piauí (9%). Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Para o superintendente da Federação do Comércio do Ceará (Fecomércio-CE), Alex Araújo, os dados do IBGE mostram que o comércio em abril apresentou um movimento de leve recuperação, mas que esse cenário está desatualizado. “Maio e junho indicam uma recuperação mais forte das vendas do varejo”, compara Araújo. “É uma retomada da tendência de crescimento do setor”. De acordo com ele, houve uma mudança no comportamento do consumidor, que passou a priorizar produtos essenciais. “Os setores de maior crescimento estão ligados a bens de consumo imediato, como alimentação, itens para o lar e de uso pessoal”, analisa.

Em termos de receita nominal, o varejo cearense apresentou alta de 13,1%, com leve recuo em relação a março (14,0%). Nos primeiros quatro meses do ano, o incremento foi de 12,2% e de 12,7% no acumulado dos 12 últimos meses. No mês de abril, o Estado continua na mesma posição, tanto no Nordeste como em confronto com o País.

Quando considera-se o volume de vendas no comércio varejista ampliado, que engloba também veículos e motos, partes e peças; e material de construção, a variação é positiva em apenas 2,2%, em abril. Março mostrou crescimento de 13,2%. No quadrimestre, o avanço foi 6,3% e nos últimos 12 meses, 9,5%. Em se tratando de receita nominal, o varejo no Ceará cresceu 4,1%. No acumulado de janeiro a abril e nos últimos 12 meses, os índices registraram elevação de 8,9% e 13,9%, respectivamente.

No País

As vendas no comércio no País em abril caíram 0,2%, na comparação com março, quando houve queda de 0,5% (para o dado revisado, já que a leitura original apontava alta de 0,3%).

Em relação a abril de 2008, houve alta de 6,9%. No acumulado do ano, o comércio cresceu 4,5% na comparação com o mesmo período um ano antes. No acumulado dos últimos 12 meses até abril, as vendas cresceram 7,1%.

Ao mesmo tempo, a receita nominal de vendas no comércio cresceu 0,2% em abril, na comparação com março. Em relação a abril de 2008, a receita teve expansão de 13%, com destaque para o setor de hiper e supermercados, cuja alta foi de 22%. Segundo o IBGE, o resultado de abril indica estabilidade nas vendas no comércio.

Na análise de Alex Araújo, da Fecomércio-CE, sobre os índices do Estado serem superiores aos da média nacional, “o consumidor cearense esteve mais protegido da crise do que o brasileiro, em geral”.

Setores

Na comparação com março, seis das oito atividades pesquisadas registraram queda, com destaque para livros, jornais, revistas e papelaria (que caíram 2,7%), e móveis e eletrodomésticos (-2%). Ainda tiveram queda (-1,7%) as vendas de tecidos, vestuário e calçados. Por outro lado, tiveram alta vendas de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (8,9%), e hiper e supermercados (0,8%).

Ante abril de 2008, cinco das oito áreas avaliadas apresentaram alta, principalmente, os setores de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (27%), supermercados (14,1%), e outros artigos de uso pessoal e doméstico (13,8%). Já as principais quedas foram as registradas nas vendas de móveis e eletrodomésticos (de 10%) e tecidos, vestuário e calçados (9,8%).

ISILDENE MUNIZ
Repórter

Otimismo brasileiro bate recorde e aumenta vendas

Diário do Grande ABC

Os consumidores brasileiros estão em terceiro lugar mundial quando o assunto é otimismo econômico. A conclusão é do estudo realizado pela consultoria Nielsen com 17,5 mil pessoas em 29 países e divulgado ontem. O País registrou 110 pontos em escala que vai de 0 a 200. No Grande ABC, o otimismo também já é sentido pelas associações comerciais e lojistas.

O presidente da Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André), Sidnei Muneratti, aponta que os bons índices já começam a aparecer no mercado. Entre dezembro e janeiro, comerciantes locais registraram maior procura por itens supérfluos, como artigos eletroeletrônico e aparelhos celulares, do que o registrado no mesmo período de 2008. "Essa disposição de consumo tem sido importante para o comércio e para indústria. E, neste contexto, a saída de itens supérfluos não pode ser vista como pejorativa, porque o turismo, produtos eletrônicos em geral e até telefonia são itens de consumo bastante importantes para qualidade de vida", afirma Muneratti.

O presidente avalia que a recuperação do mercado deve-se, principalmente, ao bom momento das indústrias brasileiras. "É fruto da condição de oferta de emprego na região e no Brasil. O trabalhador se sente mais confortável, mais seguro em relação à permanência no emprego. A prestação de serviços também tem crescido muito e já mostra diferenças no comércio", afirma Muneratti.

TURISMO - O ramo de turismo foi um dos que mais identificou aumento nas vendas no Grande ABC. Caroline Giglio de Melo Araújo Álvares, gerente da Agência Facility, especializada em viagens internacionais, avalia que houve crescimento de 40% na busca por destinos internacionais no último semestre do ano passado. "Foi um ano atípico por causa da crise e também pela gripe suína. Muita gente segurou as viagens para o fim de ano. Com isso, viagens para Orlando, Miami, Nova York já estavam praticamente esgotadas em agosto e setembro (do ano passado). Trabalhamos muito no fim de ano para conseguir bons preços", diz a gerente.

A busca por destinos nacionais também cresceu nas lojas da região. Segundo estimativa de agências de viagens localizadas no Shopping ABC e no ABC Plaza, de cada dez pessoas que buscaminformações sobre pacotes, sete finalizam a compra.

BOM MOMENTO - O Brasil terminou a pesquisa com o primeiro lugar no ranking da América Latina. Segundo o estudo, 49% dos brasileiros acreditam que 2010 será um excelente momento para voltar a gastar com supérfluos. Despesas com as férias foram citadas por 39% dos consumidores, enquanto 43% irão comprar artigos tecnológicos.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Brasileiros estão entre mais dispostos a gastar em supérfluos em 2010, diz pesquisa

Folha Online

Os consumidores brasileiros e os asiáticos são os mais dispostos a retomar neste ano gastos em despesas que não são tidas como essenciais, como reformas da casa, artigos tecnológicos e férias.

Esta é uma das conclusões de uma pesquisa da consultoria Nielsen, que entrevistou em dezembro do ano passado 17.500 usuários de internet em 29 países para saber sobre sua confiança na economia, suas principais preocupações e seus hábitos de consumo.

A pesquisa coloca o Brasil no terceiro lugar do ranking de otimismo em relação à recuperação econômica.

De acordo com o estudo, o índice de confiança dos brasileiros é de 110, em uma escala de 0 a 200. Apenas Índia e Indonésia estão à frente do Brasil. Há seis meses, o índice brasileiro era de 96, colocando o país na quarta posição.

Artigos supérfluos

No Brasil, 49% dos entrevistados consideram que 2010 será um bom ou um excelente momento para voltar a gastar em artigos supérfluos e 38% acreditam que o ano "não será tão bom".

A confiança dos brasileiros contrasta com a de outros países latino-americanos. Apenas 33% dos argentinos e 29% dos mexicanos pensam da mesma forma. Nos Estados Unidos, 31% dos ouvidos se disseram dispostos a investir em artigos supérfluos.

Segundo a pesquisa da Nielsen, 39% dos brasileiros planejam gastar dinheiro em férias, 43% em artigos tecnológicos e 40% em reformas em suas residências.

Apenas 11% dos entrevistados dizem não ter nenhum dinheiro sobrando para gastar com itens que não são essenciais.

Confiança global

O índice de confiança dos consumidores ao redor do mundo subiu de 82 para 87 entre junho e dezembro de 2009.

"A pesquisa da Nielsen mostra que nos últimos seis meses, os consumidores se tornaram mais confiantes na retomada de crescimento econômico de seus países", disse James Russo, vice-presidente da consultoria.

Russo explicou que a expectativa de recuperação econômica é maior nos países em desenvolvimento do que nos desenvolvidos.

Mais de 90% dos americanos e dos britânicos ouvidos consideram que seus países continuam em recessão, enquanto 83% dos chineses e 60% dos cingapurianos dizem que suas economias já está crescendo novamente.

No Brasil, apenas 32% dos ouvidos acreditam que o país permanece em recessão, enquanto na Argentina e no México esse percentual chega a 69% e a 92% respectivamente. No primeiro trimestre de 2009, 69% dos brasileiros viam o país em crise.

Ásia

Os asiáticos, assim como os latino-americanos, são os consumidores com o índice de confiança na economia mais alto. Os europeus seguem sendo os mais pessimistas.

Na lista dos dez primeiros colocados no ranking de otimismo, seis países são da Ásia e dois da Oceania. Brasil e Canadá completam o grupo.

Hong Kong foi o país que teve maior crescimento em seu índice de confiança: foram 21 pontos de elevação. Com isso, o país saltou para a sétima posição.

Na outra ponta da tabela, o país em que o pessimismo mais cresceu foi o Emirados Árabes Unidos em decorrência da crise financeira de Dubai no final do ano.

Top Móveis



A agência de publicidade Adax ainda comemora o sucesso da campanha criada para os clientes da Top Móveis em 2009. No fim do ano, foi feita uma ação diferenciada: as lojas foram fechadas dia 31 de dezembro com um aviso anunciando o saldão dia 2 de janeiro. Resultado: o público atendeu ao chamado e o grupo registrou um recorde de vendas. Para este ano, as expectativas de negócios continuam em alta. A agência promete novas estratégias para alavancar os negócios.


Fonte: Diário do Nordeste

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Voltou o saldão Top Móveis

Com apresentador Ilam o Saldão Top Móveis foi um sucesso e está de volta ate dia 08/01/2010

Roteiro e Texto: Jurani Parente
Criação: Jean Carlos
Ideia: Valdemir Rolim
Ideia de craição "Pare": Jean Carlos
Agencia: adax
Direção: Jurani e Sandra Parente
peças 30"


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Saldão Casas Girão

A adax criou peça publicitaria para as Casas Girão com a cantora Aline Jordão, "o maior saldão do ano.
Para este comercial a adax contou com os trabalhos de modelos escolhidos e contartados pelo diretor de arte Serginho "Sergio Aragão"

Cliente Casas Girão
Roteiro, texto: Jurani Parente
direção: Sandra e Jurani Parente
Criação: Rafael Sá
Modelos: Serginho
Apresentadora: Cantora Aline Jordão
Aprovação: Ricardo e Vitor Girão



quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Aline Jordão apresenta comercial da Dulare

A cantora Aline Jordão é a apresentadora da campanha de dezembro da Dulare no Cariri
A peça publicitária de 30” mostra o encanto do natal com várias promoções.
Aline levou beleza, simpatia e encanto ao telespectador.
Cliente: Dulare
Peças: 30 e 15”
Agencia: adax
Criação: Jurani Parente
Texto: Jurani Parente
Idéia: Jurani Parente
Direção: Sandra Helena
Criação e arte gráfica: Rafael Sá
Apoio de criação: Juliana Duarte
Aprovação: D. Ana Rolim Tavares e Wendell
Veiculo: Globo Cariri

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O suecsso continua

A peça das Casas Girão de natal agradou a todos e continua no mês de dezembro.

Mostrando toda a alegria do natal, familia e confraternização a adax criou a peça que mostra toda essa magia.

Cliente: Casas Girão
Peça: 30"
Roteiro: Juliana Duarte
Texto: Juliana Duarte e Jurani Parente
Criação Gráfica: Rafael Sá
Direção: Sandra e Jurani Parente
Aprovação; Jorge e Ricardo Girão

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Geração mais feliz, confiante e exigente

A Viacom Networks Brasil (dos canais Nickelodeon, Nick Jr, Vh1, MTV Hits e MTV Jams) apresentou nesta sexta-feira, 6, a agências e anunciantes um estudo global que retrata o público jovem de hoje. "Juventude 30 quilates: a idade que vale ouro" envolveu a participação de 28 mil pessoas, em 18 países, com fóruns de discussão online, entrevistas com especialistas, pesquisa etnográfica e entrevistas online, com o intuito de entender e avaliar os atuais hábitos dos jovens.
A gerente de pesquisa e responsável pelo departamento de pesquisas da Viacom, Beatriz Mello, explica que o objetivo do trabalho era identificar os interesses do público, o que ele gosta de fazer e com o que interage. "Nosso principal target é o jovem. Entender essa faixa etária é importante para os negócios da marca, já que 45% do mercado dirigem seus investimentos para essa faixa etária", destaca.O grande interesse no estudo era descobrir quem é o novo jovem de 25 a 34 anos. "Antes, eles eram mais engajados politicamente e tinham ligação forte com a família.
Agora, com o aumento da expectativa de vida, a juventude foi estendida. Eles querem viver a vida de maneira plena". Esse público pode ser representado, em suas palavras, como "um cara que ainda deseja crescer muito e está aberto a novas possibilidades". A pesquisa aponta ainda que todas as decisões importantes começam a ser tomadas a partir dos 25 e por decisão individual. A cobrança é mais interna (pessoal) do que externa (por parte da família, por exemplo).
Há um detalhe interessante: no mundo, 78% desse público entre 25 e 34 anos afirmam que desejam aprender mais e desenvolver suas habilidades. No Brasil, esse índice é maior: 88%.A pesquisa mostra que o jovem está em busca da maturidade emocional e funcional. Para melhor compreender a juventude, ela foi dividida em três etapas: adolescência - momento da descoberta, insegurança; fase da experimentação - compreendida pelos jovens de 20 anos, que ainda têm muitas dúvidas, mas já sabem o que não querem; e a última são as pessoas entre 25 e 34 anos, momento no qual muitos conquistaram a maturidade emocional e muitos a funcional, mas poucos atingiram a duas.
Essa categoria foi subdividida em quatro segmentos: sonhadores nostálgicos, garotos crescidos, bem resolvidos e pretendentes ao sucesso. Beatriz conta que o estudo se concentrou nessa última categoria, grupo que antes era classificado como adulto, mas que atualmente ainda usufrui da juventude, o que é importante para as marcas e seus negócios. "É uma geração mais feliz, confiante, exigente com ela mesmo e com independência financeira condicionada com seus interesses", detalha.Conheça melhor os quatro perfis da geração entre 25 e 34 anos: Bem resolvidos (mundo 45%, Brasil 51%) - é o grupo que conquistou o mais alto índice nas duas maturidades: - são positivos e responsáveis e acham que com 30 anos estão no melhor momento de suas vidas; - em sua maioria, estão em uma relação estável e muitos já têm filhos;- profissionalmente, estão satisfeitos com seus empregos ou têm um negócio próprio e têm a maior renda dentre os demais jovens;
- embora admita que já tenha conquistado algumas coisas na vida, ele acredita que não chegou onde queria e que ainda tem muito o que aprender. Por isso está sempre em busca de aprender novas habilidades; - são early adopters e querem se manter em dia com as novidades tecnológicas.
Pretendentes ao sucesso (mundo 32%, Brasil 36%) - já adquiriram alto nível de maturidade emocional, mas ainda precisam conquistar a funcional;- sentem-se frustrados vendo seus amigos com famílias e acham que ainda não conquistaram tudo o que querem da vida;- pensam no futuro, mas não fazem nada para torná-lo real;- têm necessidade de se sobressair, mas demonstram certa falta de confiança para buscar novas experiências;- querem se manter atuais em relação à moda, diversão e tecnologia e estão dispostos a utilizar o crédito para conseguir o que querem; - são ambiciosos, mas limitados pelo dinheiro. São atraídos pela popularidade das marcas.
Sonhadores nostálgicos (mundo 17%, Brasil 10%) - têm alta maturidade emocional, mas baixa funcional:- são jovens que tomaram decisões importantes muito cedo na vida: muitos já casaram e se separaram e a maioria tem filhos;- têm gostos de adultos e saudade da juventude;- gostariam de começar a juventude de novo e esperam conquistar mais coisas agora;- são desconectados de novidades tecnológicas e não estão interessados na cultura jovem;- são mais tradicionais em relação às marcas e preferem aquelas que já conhecem.
Garotos crescidos (mundo 5%, Brasil 2%) - têm baixos níveis de maturidade emocional e funcional;- são super otimistas, mas não se preocupam com futuro;- buscam a juventude sempre e querem se destacar dos demais;- são individualistas, solteiros e não estão preocupados em formar família;- são o segundo grupo de maior renda e super antenados com a cultura jovem e ditam tendências para os demais grupos;- são trend setters e buscam nas marcas exclusividade e autenticidade.

Fonte Monique Alencar.
Ass. Planejamento de Vendas - TV Diário

Consumo da classe C duplica

Nos últimos sete anos, as compras dessa camada social disparou ante as classes A e B, aponta pesquisaNos últimos sete anos, a classe C quase duplicou sua participação no potencial de consumo no Estado, de acordo com a pesquisa do Índice de Potencial Consumo (IPC) Target Brasil em Foco.
Este ano, o consumo dessa camada social foi de 43,4% (o equivalente a R$ 21,8 bilhões), bem superior ao do ano passado, que foi de 36,4% (o mesmo que R$ 16,6 bilhões); e, praticamente, o dobro registrado em 2003, quando o índice foi de apenas 22,5%. É a 2ª vez, nesse período de tempo, que a classe C assume a 1ª posição no IPC Ceará; em 2005, com 33%, ela também já tinha superado as classes A e B em potencial de consumo no Estado.
Por outro lado, no caminho inverso a esse crescimento, o estudo da Target Marketing, empresa especializada em pesquisas mercadológicas e responsável pelo levantamento, apontou a maior queda na participação do consumo do padrão A, desde 2003 até hoje, no Ceará.
A casta mais rica registrou recuo expressivo no intervalo desses sete anos. O índice de 12,7% de 2009 só chegou próximo à metade do IPC calculado em 2003, que foi de 27,2%.Para o economista e diretor do Instituto Brasileiro de Executivos e Finanças no Ceará (Ibef - CE), Ênio Viana, o governo federal criou um nível de consumo básico que antes não existia. "Com o bolsa família, foi criado um poder de compra para parte da população que não dispunha disso antes. Além disso, há oito anos, o salário mínimo valia US$ 60, enquanto hoje, gira em torno dos US$ 300", analisa o economista.
Para Viana, a região Nordeste foi beneficiada porque tem uma população muito numerosa.Sobre a queda do IPC das classes mais altas, ele explica que desde o século XX, os mais ricos consomem bens, mas o problema se concentrava na capacidade de produção. Hoje, porém, a produção atende a demanda e as empresas estão a procura de diversificar o mix de consumidores. "A classe A tem demanda limitada. Ela não vai trocar determinados bens todo o ano. Para a economia girar, a melhor saída é a expansão da classe C. É ótimo para as empresas que ampliam as vendas e geram mais empregos, como também é excelente para as pessoas que compram mais", diz.

ILO SANTIAGO JR.
ESPECIAL PARA ECONOMIA
Tv Diario de Fortaleza

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Ate papai Noel Compra

Top Móveis é a primeira a vender moveis com IPI reduzido.

Com a redução do IPi em móveis os cliente da Top Móveis mais uma vez são beneficiados com promoção.

Com o titulo “ate papai Noel compra” a adax cria uma campanha para sacudir as vendas no inicio de dezembro.

O apresentador Ilam é o garoto propaganda de toda a campanha.

Cliente: Top Móveis
Peça Ate papai Noel compra
Agencia: adax
Criação: Jurani Parente e Rafael Sá
Direção: Sandra Parente
Peças: 30 e 15”
Texto: Jurani Parente
Aprovação: Valdemir Rolim e Gilson Carneiro

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Varejo - Faturamento acumula alta de 8,05%

O faturamento do comércio varejista da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) em setembro de 2009 apresentou crescimento de 18,14%, sobre igual mês do ano anterior. Com esse resultado, o varejo acumula incremento de 8,05% no ano. Para o economista e superintendente da Fecomércio, Alex Araújo, o pior da crise já passou para o consumidor.
Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio, divulgada ontem pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC).
Em setembro de 2009, o crescimento foi liderado pelo segmento de revendedoras de veículos (66,61%), seguida por farmácias, perfumarias e produtos óticos (22,27%), lojas de materiais de construção (7,82%), supermercados e minimercados (2,10%).
No mês, houve queda nas vendas de combustíveis e lubrificantes e GLP (-21,30%), lojas de autopeças (-13,74%), eletroeletrônicos e informática (-11,33%), móveis e decorações (-7,70%), vestuários, tecidos e calçados (-6,41%).
De janeiro a setembro, a alta recebe influências positivas das vendas de revendedoras de veículos (17,15%) e farmácias, perfumarias e produtos óticos (16,10%), supermercados e minimercados (1,81%).
O segmento de combustíveis, lubrificantes e GLP, que sofre com os efeitos de forte concorrência e a despeito do crescimento da frota de veículos, ainda não conseguiu reverter seu resultado, com queda no faturamento de -14,90% no ano. Outras retrações, nos nove meses, são registradas nas lojas de autopeças e acessórios (-11%), eletroeletrô-nicos e informática (-7,89%), móveis e decorações (-6,24%), materiais de construção (-3,74%), vestuários, tecidos e calçados (-2,81%). Cartão de crédito avança. A pesquisa do IPDC mostrou também que, entre as formas de pagamento utilizadas pelos consumidores da RMF, o cartão de crédito tem avançado no consumo corrente, sendo utilizada em 34,57% do volume faturado pelo comércio varejista em setembro.
Assume importância maior em estabelecimentos como farmácias (51,80% do faturamento), supermercados (48,31%) e postos de gasolina (41,1%). Vendas financiadas foram importantes nas revendas de veículos (47,49%).
As vendas à vista são responsáveis por 31,61% do faturamento de setembro, resultando 1,34 pontos percentuais acima do verificado em agosto (30,27%).
A inadimplência com cheques apresentou leve aumento em setembro, atingindo taxa de 0,69%, acima do observado em agosto (0,47%). O volume de vendas a prazo com atraso de pagamento superior a trinta dias em setembro foi de 20,87%, aumento de 0,63 pontos percentuais ante a agosto (20,24%).
Os problemas com atraso afetaram mais as lojas de decoração (60%) e supermercados (22,14%).EVOLUÇÃOVolume de protestos no varejo cai 13,29% no NEDados da Equifax, líder mundial em informação e inteligência para decisão e gestão empresarial, mostram que no mês de outubro foi registrado um volume de 19.942 títulos protestados emitidos por pessoas físicas no Nordeste. Uma queda de 13,29% em relação a setembro de 2009. Comparado a outubro de 2008, o volume foi 13,68% menor.
A evolução é resultado do aumento da atividade comercial na região nordeste, sem o devido desenvolvimento dos mecanismos de garantia na concessão de crédito.Mesmo no auge da crise, a atividade econômica na região continuou crescente, sem recuo no nível de inadimplência. Os resultados do último trimestre, no entanto, indicam que a inadimplência vem recuando, o que pode ser resultado do melhor gerenciamento na gestão de crédito por parte dos vendedores.
O crescimento da renda familiar, acima da média nacional, e a queda do custo dos financiamentos, que resultou no aumento da capacidade de pagamento dos consumidores, também contribui para a queda no volume de protestos.

Fonte Diario do Nordeste
ISILDENE MUNIZ / ILO SANTIAGO JR.
REPÓRTER / ESPECIAL PARA ECONOMIA

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Incorporação das classes de menor poder aquisitivo muda perfil do consumidor brasileiro

A classe C teve 27% de aumento de renda, o que possibilitou a disposição de comprar automóveis e produtos mais sofisticados.

O perfil do consumidor brasileiro apresenta nova configuração, com a incorporação das classes de menor poder aquisitivo. Pelo menos é o que indica a pesquisa realizada pelo instituto Delloite no primeiro semestre de 2009.
Os números foram apresentados na Brasil Shop – Feira e Congresso Internacional de Varejo, organizados pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). Ao apresentar a pesquisa da indústria de bens de consumo e varejo da Delloite, Ira Kalish, discutiu as tendências no varejo a nível mundial e local (Brasil).
Segundo ele, o Brasil tem se destacado dentre os países emergentes como Índia e China. “O mundo está de olho no país, na atração de novos investimentos”.
Kalish afirmou que um dos destaques da pesquisa é o fato de o consumidor brasileiro estar mais informado e educado. "Ele procura conhecer melhor os produtos.
Os varejistas, por sua vez, tendem a elaborar melhores estratégias para atrair esse público mais seleto". De acordo com o consultor da empresa, Altair Rossato, a situação brasileira demonstra ritmo de crescimento, em razão da nova mudança no cenário econômico. "As classes D e E começam a apresentar novos perfis de consumo".
Para ele, a explicação para a mudança está nas políticas sociais desenvolvidas pelo governo federal, que atualmente, investe cerca de R$ 1 bilhão por mês em programas assistenciais direcionados às camadas mais pobres.
Isso fomenta o varejo para atender às necessidades de uma esfera social que antigamente não consumia. A pesquisa mostrou que a mobilidade social gerou aumento no consumo de bens.
Os dados revelam que as classes A e B, por exemplo, trocaram de automóveis com mais frequência e investiram na substituição de eletroeletrônicos mais modernos. A classe C teve 27% de aumento de renda, o que possibilitou a disposição de comprar automóveis e produtos mais sofisticados, como aparelhos de televisão de LCD, computadores e notebooks.
A classe E mostrou disposição de reformar a casa, comprar máquina de lavar roupa e telefones celulares. O Congresso Internacional de Varejo ainda promoverá discussões sobre formas de pagamento de bens de consumo e o shopping center do futuro. A programação será encerrada com a entrega do Premium Shopping Alshop. O objetivo da premiação é reconhecer os esforços da indústria varejista nos shopping centers.
Neste ano, Brasília foi escolhida para sediar o encontro, depois de nove anos em São Paulo. A mudança se deu em função da força do comércio varejista que a capital federal detém atualmente. O encontro começou na terça-feira, 20, discutindo as turbulências do mercado, e termina nesta quinta-feira, 22, com uma palestra do publicitário Washington Olivetto.

Agência Brasil
fonte Diario do Nordeste