A palavra propaganda vem do verbete latino “propagare”, ou seja, propagar. A propaganda é um instrumento de persuasão de idéias, de uma doutrina ou ideologia (podendo ser aplicada para religiões, política etc.) e ainda para bens e serviços. A propaganda visa difundir informações (geralmente pagas), o objetivo é induzir a atitudes de aquisição do que se anuncia, é um direcionamento do comportamento humano para um sentido, configurando-se assim na comunicação de massa propriamente dita.
Já publicidade, do latim “publicus”, é a maneira de tornar pública alguma coisa. Publicidade é o esforço de comunicação que busca influenciar certos hábitos, entretanto, sem o aparecimento do anunciante. Geralmente, é o que se costuma conhecer por propaganda comercial. De qualquer forma, a publicidade é uma área bem mais ampla e envolve a propaganda.
Como existem diferentes definições e interpretações, ao longo do tempo, estes conceitos também adquirem novas formas de leitura. A propaganda hoje se faz presente em vários aspectos da vida moderna, desta maneira, segmenta-se segundo sua natureza, como: ideológica, política, eleitoral, governamental, institucional, corporativa, legal, religiosa e social.
A publicidade, porém, realiza a promoção de serviços e produtos, incentivando o consumo, classificando-se conforme seja, em: publicidade de produto, de serviços, de varejo, comparativa, cooperativa, industrial e de promoção. Entretanto, para o anunciante, o que vale no final das contas, é a publicidade e a propaganda que geram resultados.
Segundo nosso mestre do
marketing Kotler, o varejo inclui todas as atividades relativas à venda de
produtos ou serviços diretamente ao consumidor final, para uso pessoal e não
comercial. Um varejista ou uma loja de varejo é qualquer empreendimento
comercial cujo faturamento provenha principalmente da venda de pequenos lotes
no varejo. Qualquer organização que venda para os consumidores finais seja ela
um fabricante, distribuidor/atacadista ou varejista está executando a atividade
varejo. Prestem bem atenção, não importa como os produtos são vendidos
(pessoalmente, pelo correio, por telefone, por máquinas de vendas ou pela
internet) ou onde eles são vendidos (em uma loja, na rua, na casa do
consumidor).
Atualmente os consumidores podem adquirir produtos e serviços em uma ampla
variedade de organizações de varejo. Há varejistas de loja, varejistas sem loja
e organizações de varejo. Conforme cita Kotler os principais tipos de
varejistas são:
Lojas de especialidade (possui linha restrita de produtos)
Lojas de departamentos (possui várias linhas de produtos)
Supermercados (operações de auto-serviço relativamente grandes, de baixo
custo, baixa margem e alto volume, projetadas para atender a todas as
necessidades de alimentação, higiene e limpeza doméstica)
Lojas de conveniência (lojas relativamente pequenas, localizadas nas
proximidades de áreas residenciais, funcionam em horários prolongados sete dias
por semana e exibem uma linha limitada de produtos de conveniência de alta
rotatividade, além de sanduíches, café e guloseimas).
Lojas de descontos (possui mercadorias padrão ou especialidades vendidas a
preços mais baixos, com margens menores de volume maior)
Varejistas off-price (possui sobras de mercadorias, pontas de estoque e
produtos com defeito vendidos a preços inferiores aos de varejo)
Superloja (área de vendas com grande metragem oferece o que os consumidores
costumam comprar, além de serviços como lavanderia, lavagem a seco, conserto de
sapatos, troca de cheques e pagamento de contas)
Showroom de vendas por catálogo (ampla seleção de mercadorias com preço
elevado, alta rotatividade e marcas vendidas com descontos. Os clientes retiram
nas lojas a mercadorias que encomendam por catálogo).
Antigamente os varejistas costumavam reter clientes oferecendo uma localização
conveniente, sortimentos especiais ou exclusivos de produtos, serviços mais
completos ou melhores que os da concorrência, etc. Hoje isto muda radicalmente,
pois lojas como Calvin Klein, Levi´s e muitas outras, são encontradas na
maioria das lojas de departamentos, em suas próprias lojas, em lojas de pontas
de estoque e em lojas de descontos.
Na busca por volume, os fabricantes de grandes marcas colocam seus produtos em
todos os lugares. O resultado é que os artigos vendidos nas lojas de varejos
estão cada vez mais parecidos. Espero que este breve artigo possa ter sido de
bom entendimento para explicar o conceito VAREJO.
Cliente: Grupo JF Ford
Roteiro e Direção: Adax Jurani Parente
Criação de arte: Tiago Amora
Produtora: Set Oceano Filmes - Herbeson Fernandes
Mídias Sociais: Michell Barreto
Direção de arte: Sandra Helena Parente
Atendimento: Jean Carlos Parente Alves
Aprovação: Rene
Cliente: Nova Vale Kia em Juazeiro Norte - Ce
Roteiro e Direção: Adax Jurani Parente
Criação de arte: Tiago Amora
Produtora: Set Oceano Filmes - Herbeson Fernandes
Mídias Sociais: Michell Barreto
Acompanhamento: Terccia Jones
Trabalhos de externa: Eduardo Barros Pinheiro
Atendimento em Juazeiro: Jean Carlos Parente Alves
Aprovação: Rene - Juazeiro do Norte - Ce.
Cliente: Casas Girão
Roteiro/Criação: Terccia Jones
Criação de arte: Tiago Amora
Produtora: Set Oceano Filmes - Herbeson Fernandes
Mídias Sociais: Michell Barreto
Direção: Jurani Parente/Sandra Parente/Terccia Jones