8/2/2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
PIB deve chegar a R$ 65,7 bi
Portal tende a elevar adesões
7/2/2010
Ceasa deve iniciar em maio
6/2/2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Nova camapanha das Casas Girão
Tema carnaval e preços baixos, folia de ofertas
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Todeschini será Patrocinadora Nacional da Casa Cor 2010
Portal Varejista
Criada em 1987, a CASA COR valoriza os profissionais do setor e, ao mesmo tempo, proporciona aos visitantes experiências diferenciadas e únicas com a exposição de ambientes com as últimas novidades. Sempre muito aguardada, a mostra tornou-se sinônimo de bom gosto, ditando tendências e influenciando formadores de opinião.
Como Patrocinadora Nacional, a Todeschini estará com seu mobiliário no principal ambiente de cada CASA COR, e terá sua marca presente em todos os materiais de comunicação das exposições. Durante cada mostra, arquitetos e decoradores convidados poderão participar de eventos exclusivos que acontecerão nestes ambientes.
O presidente da CASA COR, Angelo Derenze, destaca que a formalização da parceria é de grande importância para todo o segmento. “É muito valioso ter uma empresa como a Todeschini, que tem desenvolvido um trabalho relevante em prol da decoração no Brasil, como Patrocinadora Nacional da CASA COR”, afirma Derenze.
De acordo com o presidente da Todeschini, João Farina Neto, a CASA COR é uma plataforma de grande expressão, tanto para as marcas participantes quanto para os profissionais envolvidos. “Patrociná-la é também uma forma de mostrar ao mercado que acreditamos e apoiamos a arquitetura nacional”, afirma, e completa: “O Brasil tornou-se palco de profissionais criativos e competentes nesta área, além de possuir produtos de extrema qualidade e excelência. Vale à pena investir”.
Durante a temporada 2010, a CASA COR seguirá o tema “Sua casa, sua vida, mais sustentável e feliz”. O urbanista Lucio Costa, idealizador dos projetos de Brasília juntamente com Oscar Niemeyer, será o grande homenageado do ano em todas as edições da mostra.
Para conquistar novo público, empresas reinventam marcas tradicionais
G1
Com a ampliação da linha de produtos, a diretora de marketing da Granado, Sissi Freeman, diz que a dependência dos produtos tradicionais diminuiu e os produtos ganharam mais valor agregado. Há cerca de cinco anos, 70% das vendas da Granado eram fruto do polvilho antisséptico tradicional, proporção que recentemente caiu para 50%.
O tradicional polvilho antisséptico, antes relegado à embalagem marrom, também evoluiu. Sissi diz que ele ganhou novas versões – entre elas, a da linha Pink, direcionada ao público feminino –, modernizando-se junto com a linha de sabonetes, cremes, talcos e perfumes. Como resultado, diz ela, o faturamento da empresa vem crescendo 20% ao ano desde 2007.
Produtos mais caros
A estratégia de lojas próprias permitiu, segundo a diretora da empresa, o oferecimento de produtos de maior valor agregado não apenas da Granado, mas também a revitalização da marca Phebo, da qual a empresa também é proprietária. Vendidas no site em frascos de vidro, por exemplo, os novos perfumes Phebo de 100 ml chegam a custar R$ 110.
Além das unidades de fábrica, em Belém e no Rio de Janeiro, a Granado optou por trazer seus produtos para a "classe A", com lojas próprias na Daslu e nos Jardins, em São Paulo, e no Leblon, no Rio. Em 2010, a empresa pretende abrir mais cinco novos pontos-de-venda, em mercados como Curitiba e Brasília.
A Granado tenta trazer para suas lojas uma clima de "antigamente": elas lembram as tradicionais boticas do início do século 20. O lançamento de produtos novos obedece a tradição e o caráter "vintage" das marcas, com embalagens de vidro de qualidade e logomarcas em letras serifadas.
Apesar de as lojas estarem em áreas nobres, Sissi conta que o objetivo da Granado é continuar a competir no quesito preço. Ela diz que um sabonete antiacne da marca, por exemplo, custa R$ 6, enquanto a média do mercado é de pelo menos o dobro disso.
"Não é bom a gente ser depender de um só produto. Por isso, o objetivo é oferecer mais qualidade, mas a um valor bacana. A nossa clientela, que era muito fiel, quer experimentar [variações]. Assim, criamos aos poucos a linha Pink, a linha bebê e a linha pet”, diz.
Outro objetivo para 2010, conta Sissi, é a finalização de um site exclusivo para as vendas dos produtos Phebo, hoje vendidos dentro do portal da Granado.
A ideia é deixar bem-definidas as características das duas marcas: a Phebo vai focar cosméticos e perfumes, resgatando o valor agregado da marca com novas linhas; já a Granado, diz a diretora, tem tradicionalmente características terapêuticas, aliadas a tratamentos para a pele, por exemplo.
Direto dos anos 80
Nos anos 80, a marca de artigos esportivos Topper vestiu ídolos como Zico, Falcão e Sócrates nos mundiais de futebol de 1982 e 1986. Depois de um período discreto, a marca foi adquirida pela Alpargatas brasileira junto com os demais ativos da empresa argentina de mesmo nome.
Agora, a Topper passa por um período de reformulação, que incluiu a abertura de uma “loja conceito” no ano passado, em São Paulo.
De acordo com Fernando Beer, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, a imagem da Topper estava envelhecida. Por isso, uma das estratégias foi ampliar o portfólio, que agora inclui um maior número de esportes e também itens mais voltados para a moda. “No Brasil, antes a Topper atendia só o futebol e era exclusivamente masculina. Agora, é multicategoria e unissex”, explica ele.
Hoje, segundo Beer, metade das vendas da Topper vem do setor de moda esportiva – ou seja, são itens que podem ser usados no dia-a-dia e não apenas durante a prática de esportes. O objetivo, segundo o executivo, é aumentar o número de lojas próprias da Topper a partir de 2011 no Brasil. Na Argentina, onde a marca é mais forte, já existem 20 unidades próprias.
Embora uma empresa tenha sido contratada para reinventar a Topper, que ganhou uma “cara” mais internacional, o caráter “retrô” não foi totalmente abandonado: entre os produtos oferecidos na loja própria da marca em São Paulo estão camisetas estilizadas com o rosto do “doutor” Sócrates, garoto-propaganda da marca nos anos 80.
Jovem de hoje
Sucesso entre adolescentes nos anos 80 e 90, a Pakalolo “ressurgiu” no segundo semestre de 2009, administrada pelo grupo têxtil catarinense Marisol. A empresa havia comprado a marca em 2005, mas havia deixado o nome na “geladeira” até cerca de seis meses atrás, quando abriu três lojas Pakalolo (duas em São Paulo e uma em Florianópolis).
A marca pretende fechar 2010 com 20 lojas no país, operadas em esquema de franquia; nos próximos cinco anos, serão cerca de 100 lojas.
“Queríamos ver o que seria possível explorar em relação ao 'recall' que tem no mercado”, Roberto Keiber, diretor-executivo da Marisol, sobre o período de quatro anos de espera. O executivo aponta que, apesar de ter ficado sumida por mais de dez anos, não houve rejeição à marca: “A Pakalolo deixa uma memória muito positiva, na faixa de 35, 40 anos”, diz.
A “nova Pakalolo”, no entanto, tem foco nos consumidores de 18 a 25 anos – público que, em sua maioria, não era o mesmo que consumia a marca em seu auge. Keiber não vê problema: “Nós abrimos a loja no Morumbi e foi impressionante o reconhecimento do público jovem. Ele tem reconhecimento pelo fato do pai ou do irmão mais velho ter falado dessa marca."
Segundo Keiber, a marca foi adquirida para complementar o porfólio adulto da Marisol. “Nós entendemos naquele momento que essa marca se encaixaria nos próximos anos de trabalho da Marisol. Hoje nós temos um volume de 75% dos negócios no segmento infantil. O segmento adulto a gente vinha trabalhando numa parte mais acanhada e a compra veio com o objetivo de conquistar uma fatia maior nesse segmento”, diz.
Eletros quer propor geladeira e lavadora como produto essencial
O Estado de São Paulo
Segundo o presidente da Eletros, Lourival Kiçula, o setor poderá propor, por exemplo, que a alíquota dos tanquinhos seja reduzida para 5% e das máquinas mais sofisticadas, para 10%.
Essa proposta será levada ao governo juntamente com o pedido para que sejam concedidas alíquotas diferenciadas aos produtos sustentáveis, como ocorreu nos últimos meses. Em 31 de outubro do ano passado, as alíquotas reduzidas dos produtos refrigerador e freezer, lavadora de roupa e fogão considerados eficientes do ponto de vista energético foram prorrogadas para 31 de janeiro.
Nesta quinta (28), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou o fim do IPI reduzido para eletroeletrônicos e automóveis, cujo prazo termina neste domingo (31). "Fomos pegos de surpresa. As alíquotas tinham sido prorrogadas para os produtos sustentáveis. Tínhamos certeza da renovação por causa dessa diferenciação", disse Kiçula.
De acordo com o presidente da Eletros, os lojistas sempre fecham as compras no último dia do mês, o que faz com que os produtos que vão abastecer as prateleiras em fevereiro sejam faturados com as alíquotas reduzidas de IPI. "Os consumidores vão pagar mais caro a partir de março", afirmou.
O IPI para eletrodomésticos da linha branca foi reduzido em abril do ano passado. Na ocasião, o governo baixou o IPI das máquinas de lavar roupa de 20% para 10%, das geladeiras de 15% para 5%, dos fogões de 5% para zero e dos tanquinhos de 10% para zero. No fim de outubro, o governo decidiu prorrogar o benefício até 31 de janeiro de 2010 apenas para os eletrodomésticos mais eficientes do ponto de vista energético.
EAESP-FGV realiza seminário sobre tendências do varejo em 2010
Portal Varejista
Entre os palestrantes, Romano Pansera, Promovisão e POPAI Brasil e Paulina Arena, Lola & Maria. Além dos professores da EAESP-FGV, Juracy Parente, Cláudio Gonçalves Couto, Maurício Morgado e o professor convidado da PUC-SP, Claudemir Galvani. O EAESP–FGV fica na Rua Itapeva, 432 – 4° andar.
Mais informações e inscrições sobre o seminário pelo telefone (11) 3799- 7970 ou www.fgv.br/cev
Subway inaugura lojas em todo o Brasil

A Subway é uma opção ideal para quem procura uma refeição rápida e ao mesmo tempo saudável, com sanduíches e saladas. Assim, o próprio consumidor pode montar o seu prato, escolhendo os ingredientes. O cardápio conta com sanduíches que podem ou não ser tostados, como Frango Teriaki – frango com molho teriaki; Melt – peru, presunto e bacon; Frango Pizzaiolo - frango, peperoni e molho marinara; Almôndegas com molho marinara; Pizza Sub – com salame, pepperoni e molho de marinara; Peito de Frango e Carne e Queijo; Club – com presunto, peru e rosbife; Mussarela de Búfala com Tomate Seco; Presunto; Atum; Peru; BMT – com salame, pepperoni e presunto; Peru e Presunto; Roastbeef; e Vegetariano.
Além disso, todos são acompanhados por queijo (prato, suíço ou cheddar) e vegetais (alface, tomate, cebola roxa, pimentão, pepino em conserva e azeitona) e seis tipos de pão (Queijo, Gergelim, Italiano Branco, Parmesão com orégano, Integral e Integral com Granola) a serem escolhidos pelo cliente. Os sanduíches podem ser temperados com sal, pimenta, azeite, vinagre; e os molhos Parmesão, Barbecue, Cebola Agridoce, Mostarda e Mel e Chipotle (levemente picante). É possível, ainda, transformar qualquer lanche em salada. Caso desejar, o cliente tem a opção de adicionar mais ingredientes ou recheio em dobro.
Comércio: dicas para atendimento no caixa!

Muitas vezes considerado uma “zona de tensão” dentro da loja ou até mesmo um local sem muita importância, o caixa merece toda a atenção por parte dos gestores do varejo. Afinal, o momento final da venda é tão importante quanto a abordagem ou a negociação e, por isso, requer atendentes capacitados. Para que o atendimento neste ponto seja satisfatório, é preciso reconhecer sua importância e contar com técnicas apropriadas.
O consultor especializado em varejo, atendimento e vendas Scher Soares (São Paulo/ SP), sublinha que o caixa é conhecido como uma área delicada dentro do ponto-de-venda. Ao mesmo tempo que, na maioria dos casos, o cliente deseja passar por ele rapidamente, é também o momento no qual o consumidor, de fato, assume o comportamento prático de pagar por seu consumo. “É um momento em que, mesmo inconscientemente, o cliente sente o ônus do pagamento e avalia o bônus da sua compra. Qualquer deslize neste momento pode causar mais ênfase no ônus, no desembolso, ao mesmo tempo que um detalhe positivo agrega valor à compra e, da mesma maneira, dá mais ênfase no bônus da aquisição”, avalia. Ao caixa, segundo ele, cabe esse ‘grand finale’, com um atendimento que valorize a compra do cliente, com comportamentos diferenciados que o façam se sentir servido e que resultem em uma boa experiência. Segundo o professor e consultor de vendas e atendimento Eduardo Frederico Dias Pereira de Oliveira (Recife/PE), o profissional que opera no caixa, além das competências necessárias ao bom desempenho de suas atividades, deve ser um exímio vendedor e ser tão bem treinado para as vendas quanto os demais vendedores. “A importância dessa visão para uma organização está no fato de que, muitas vezes, é no caixa que as vendas se concretizam. De que adianta os vendedores oferecerem um excelente atendimento se, ao chegar no caixa para concretizar a venda, o cliente não for bem tratado e estimulado a voltar?”, questiona. No caixa, muitas vezes, o atendente pensa que a venda já está finalizada e não precisa mais cativar o cliente. Oliveira salienta que, assim como os vendedores são chamados atualmente de “consultores de vendas”, o atendente de caixa, dentro de uma visão sistêmica de negócio, nada mais é do que um “consultor final”, sendo uma peça importante dentro da estratégia de negócio de uma organização. “Quando colocamos nesta posição de trabalho pessoas que não possuem o perfil voltado para vendas e atendimento, corremos o risco de perder o cliente na “boca do caixa”. É como perder um gol sem goleiro”, sublinha. O atendimento no caixa é o momento, segundo ele, de confirmar o pedido junto ao cliente, o endereço para a entrega e o prazo para o pagamento, fazer recomendações sobre o produto oferecido, garantia, assistência técnica, entre outros.
Lia Nara Bau/Jornal Exclusivo
Fonte: exclusivo.com.br
Por Diego Batista – Marketing Digital – Bolsa de Mercadorias Têxteis
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Muitas vezes considerado uma “zona de tensão” dentro da loja ou até mesmo um local sem muita importância, o caixa merece toda a atenção por parte dos gestores do varejo. Afinal, o momento final da venda é tão importante quanto a abordagem ou a negociação e, por isso, requer atendentes capacitados. Para que o atendimento neste ponto seja satisfatório, é preciso reconhecer sua importância e contar com técnicas apropriadas.
O consultor especializado em varejo, atendimento e vendas Scher Soares (São Paulo/ SP), sublinha que o caixa é conhecido como uma área delicada dentro do ponto-de-venda. Ao mesmo tempo que, na maioria dos casos, o cliente deseja passar por ele rapidamente, é também o momento no qual o consumidor, de fato, assume o comportamento prático de pagar por seu consumo. “É um momento em que, mesmo inconscientemente, o cliente sente o ônus do pagamento e avalia o bônus da sua compra. Qualquer deslize neste momento pode causar mais ênfase no ônus, no desembolso, ao mesmo tempo que um detalhe positivo agrega valor à compra e, da mesma maneira, dá mais ênfase no bônus da aquisição”, avalia. Ao caixa, segundo ele, cabe esse ‘grand finale’, com um atendimento que valorize a compra do cliente, com comportamentos diferenciados que o façam se sentir servido e que resultem em uma boa experiência. Segundo o professor e consultor de vendas e atendimento Eduardo Frederico Dias Pereira de Oliveira (Recife/PE), o profissional que opera no caixa, além das competências necessárias ao bom desempenho de suas atividades, deve ser um exímio vendedor e ser tão bem treinado para as vendas quanto os demais vendedores. “A importância dessa visão para uma organização está no fato de que, muitas vezes, é no caixa que as vendas se concretizam. De que adianta os vendedores oferecerem um excelente atendimento se, ao chegar no caixa para concretizar a venda, o cliente não for bem tratado e estimulado a voltar?”, questiona. No caixa, muitas vezes, o atendente pensa que a venda já está finalizada e não precisa mais cativar o cliente. Oliveira salienta que, assim como os vendedores são chamados atualmente de “consultores de vendas”, o atendente de caixa, dentro de uma visão sistêmica de negócio, nada mais é do que um “consultor final”, sendo uma peça importante dentro da estratégia de negócio de uma organização. “Quando colocamos nesta posição de trabalho pessoas que não possuem o perfil voltado para vendas e atendimento, corremos o risco de perder o cliente na “boca do caixa”. É como perder um gol sem goleiro”, sublinha. O atendimento no caixa é o momento, segundo ele, de confirmar o pedido junto ao cliente, o endereço para a entrega e o prazo para o pagamento, fazer recomendações sobre o produto oferecido, garantia, assistência técnica, entre outros.
Lia Nara Bau/Jornal Exclusivo
Fonte: exclusivo.com.br
Por Diego Batista – Marketing Digital – Bolsa de Mercadorias Têxteis
ZPE vai incorporar o conceito de Eco-Parque
31/1/2010
Um dos mais antigos projetos industriais esperados no Estado deve começar a virar realidade no Pecém a partir de março. No referido mês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá aprovar a Zona de Processamento de Exportações (ZPE) do Pecém, que, de acordo com os planos estaduais, irá operar já no primeiro semestre de 2011.
A zona irá englobar indústrias voltadas para exportação, que contarão com liberdade fiscal em suas operações no comércio exterior. Este modelo, já existente em várias partes do mundo, gera resultados positivos com a forte atração de empresas e, aqui, o governo já configurou um conceito que deverá dar ainda mais peso à ZPE cearense: o "Eco-Parque Industrial".
Estrutura
"O Eco-Parque é uma estrutura de distrito industrial especial em que todas as questões em meio ambiente são tratadas de forma mais completa e integrada", explica o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece), Antônio Balhmann. Esse modelo trabalha a recirculação dos materiais utilizados nas indústrias. Na prática, um cluster de atividades inter-relacionadas entre si seria o objetivo desse tipo de conceito.
De acordo com o presidente da Adece, este é um conceito novo no mundo, e fará um diferencial na ZPE do Ceará. "As empresas que estiverem na ZPE do Ceará vão institucionalmente incorporar essa característica, valorizando a sua marca. Nós queremos diferenciar os produtos da ZPE com esse conceito de eco-parque", diz.
A definição, como explica Balhmann, funciona como um estratégia para atração de investimentos. "Devemos atrair, por exemplo, empresas de alimentos exportadoras só por causa desse conceito. Isso porque esse segmento tem controles maiores de qualidade no comércio exterior, exige mais marcas com mais peso. Essa questão (do ecologicamente correto) hoje já é uma exigência mundial".
Valorização
A decisão por esse modelo, aponta, vai valorizar a localização do Pecém. "O Porto do Pecém é um terminal portuário muito novo, e o fato de ter uma ZPE dentro da área, nesse conceito de eco-parque, certamente vai favorecer as empresas que exportam, que precisam hoje agregar à sua marca e a seus processos produtivos esse conceito, já por exigência do mercado mundial", diz.
O presidente da Adece informa que já existem mais de 30 empresas que demonstraram interesse em se instalar na zona de processamento do Pecém. Entre os segmentos que devem direcionar suas unidades de produção e exportação para lá, Balhmann destaca as empresas de frutas, em especial as ´packing houses´, que são as unidades de embalagem dos produtos.
"Quem opera fruta certamente vai ter packing house dentro das proximidades da fazenda, e uma outra parte, a de embalagem final, e outros processos de beneficiamento da fruta, deverá ser dentro da ZPE", informa. A indústria de calçados, que é uma das principais exportadoras do Estado, também deve ter unidades fabris na zona, assim como as confecções, em especial a de jeans, e a área de eletroeletrônicos. "As que já estão no Estado não devem fazer uma nova planta dentro da ZPE. Elas vão pegar a fase final e colocar lá", esclarece.
Atraso
As ZPEs são distritos industriais incentivados, onde as empresas nelas localizadas operam com suspensão de impostos, liberdade cambial (não são obrigadas a converter em reais as divisas obtidas nas exportações), além de procedimentos administrativos simplificados - com a condição de destinarem pelo menos 80% de suas produções ao mercado externo.
A parcela de até 20% da produção vendida no mercado doméstico paga integralmente os impostos normalmente cobrados sobre as importações.
A ZPE é uma alternativa de desenvolvimento econômico em várias partes do mundo, sobretudo em países asiáticos, e o Brasil está atrasado, segundo avaliam os especialistas. Com a nova legislação e com o empenho do Governo Federal e dos Estados, espera-se conseguir superar o atraso. (SS)
Empregos já atraem mão-de-obra
"Eu trabalhava em uma fábrica de sal mineral para alimentação de animais, aqui mesmo no Pecém, mas resolvi entrar na equipe das obras da esteira como auxiliar de topógrafo porque o salário é melhor. E acredito que a gente tem que procurar sempre o melhor. Estou decidido disto, mesmo este emprego sendo temporário. É porque, com tantas obras, quando terminar essa, logo deve surgir outra. Sei que terão mais emprego depois, eu estou tranquilo. Hoje, a gente vê que boa parte do pessoal do município de São Gonçalo do Amarante está trabalhando nesses grandes projetos do Porto do Pecém. Não existe mais aquela dificuldade de encontrar emprego."
GILMAR FARIAS, 28, AUXILIAR DE TOPÓGRAFO
"Há duas semanas eu comecei a trabalhar nas obras da siderúrgica como pedreiro. Estamos, no momento, construindo o refeitório, e outras estruturas aqui. Estava há seis meses desempregado, então cheguei aqui, e arranjei este emprego. Estou feliz com o trabalho, e quero continuar nas obras até o fim. Sou do distrito de Siupé, em São Gonçalo, e lá também tem muita gente trabalhando nas obras do Pecém. Antes, eu estava trabalhando na construção de um resort lá em Taíba. Agora, no Pecém. Espero que daqui pra frente o trabalho não vá parar. Lembro que antes era uma dificuldade medonha conseguir emprego; agora, todo mundo tem, é emprego de todo lado."
GASTÃO FREITAS, 48, PEDREIRO
"Já estamos sentindo bastante dificuldade para conseguir mão-de-obra por aqui pelo Pecém e nas localidades vizinhas. Antes, assim que eu precisava, bastava "dar um grito" e apareciam mais de 50 pessoas prontas para trabalhar. Os moradores daqui eram, na maioria, pessoas desempregadas. Mas, percebemos que esta realidade mudou, com a recente chegada de todas essas obras no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, que já começaram a gerar muitas vagas de emprego. Atualmente, para arranjar poucos trabalhadores pra fazerem um simples serviço para o meu a minha empresa, não tem. As coisas mudaram."
JOÃO CARLOS, "SASSÁ", EMPREENDEDOR
Fonte: Diário do Nordeste
As Novas tendências do varejo 2010 são apresentadas em Nova Iorque
A 99ª Convenção Mundial do Varejo realizada no Centro de Convenções na cidade de Nova York, no período de 08 a 16 de janeiro, teve como tema “Opportunity”. Na programação oficial foram ofertadas 44 palestras para as delegações de lojistas do Brasil, com tradução simultânea, tendo em foco os temas como melhorias e as novas tendências do varejo para 2010.
Paralelo ao evento, a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), realizou um encontro de trabalhos com as delegações brasileiras ligadas ao movimento lojista, no hotel Crowne Plaza, especificando o tema e as palestras mais importantes da feira.
Estiveram presentes na Convenção os presidentes da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Fortaleza, empresário Freitas Cordeiro, e o da Federação das Câmaras dos Diretores Lojistas do Ceará (FCDLCE), empresário Honório Pinheiro, com o objetivo de participar, observar e depois replicar o conteúdo do evento na capital cearense, através do evento Cenários do Varejo, marcado para acontecer no próximo mês de fevereiro, nos dias 25 e 26, na sede da CDL de Fortaleza, visando mostrar, centrado na realidade local, as últimas novidades do comércio varejista para o empresariado cearense.
Para Freitas Cordeiro, a convenção reedita o sucesso anterior. “Ela mostra os avanços no campo tecnológico e as tendências do varejo de uma forma global”, comenta o presidente da CDL de Fortaleza. Para Honório Pinheiro, da FCDL/CE, a feira é indispensável para quem quer construir o varejo pensando na globalização.
Fontes: CDL Fortaleza