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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

PIB deve chegar a R$ 65,7 bi


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As atividades ligadas aos serviços, como o comércio, representam 70,2% do PIB do Ceará

8/2/2010

A cifra ainda é preliminar e norteia o planejamento do governo do Estado para o atual exercício

O Produto Interno Bruto (PIB) cearense deverá alcançar um valor próximo a R$ 65,74 bilhões este ano, com o PIB per capita na casa de R$ 7.898,00. As cifras, baseadas em dados preliminares, norteiam o planejamento do Governo do Estado para o atual exercício. Se confirmado, o novo valor do PIB estadual representará um crescimento em torno de 8% para a economia do Ceará em 2010, na comparação com o ano anterior, que deve fechar com o indicador estimado em R$ 60,79 bilhões, apreços de mercado.

Além da conjuntura macroeconômica favorável - com juros baixo, inflação sob controle e superação da crise mundial -, as eleições (presidenciais e de outros cargos majoritários) promete aquecer a economia nacional como um todo, sobretudo segmentos dos Serviços e da Indústria.

3ª economia do Nordeste

De acordo com dados elaborados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), o Estado responde pela terceira economia da Região Nordeste e pela 12ª em relação ao Brasil. O PIB cearense, indicador que sintetiza a produção de bens e serviços, a preços de mercado, é da ordem de R$ 60,79 bilhões. Já a renda per capita - que é a divisão do PIB pelo número de habitantes cearenses - atinge R$ 7.385,00.

Âncora nos serviços

Em 2009, a economia local foi ancorada pelas atividades ligadas aos Serviços (70,2%) e à Indústria (23,6%), com menor participação da Agropecuária (6,2%). Embora ainda não tenha os números fechados, o Ipece projeta um incremento de 2,5% a 3% para o PIB no ano que passou. A estimativa é baseada nos resultados deste indicador até setembro, com alta de 2,8%. Em 12 meses, o incremento das riquezas geradas chega a 3,5%. De acordo com o Ipece, apesar de sofrer menos os impactos da crise financeira internacional, a economia cearense continua com necessidade de ser melhor acompanhada.

"A demanda interna continua sendo a principal fonte de crescimento, alavancada principalmente pelo aumento do investimento público e consumo", diz o texto do Ipece, contido na Mensagem do Executivo estadual encaminhada à Assembleia Legislativa estadual na terça-feira da última semana.

O Ipece ainda está revendo as taxa de crescimento da economia cearense para 2010, antes estimada em 3,5%. Entre as condições locais que devem puxar o PIB, o órgão cita os investimentos públicos e privados nas áreas de energia eólica, siderurgia, infraestrutura turística, reduções e isenções de alíquotas de ICMS para setores estratégicos, entre outras.

FOCO NA AGROINDÚSTRIA
Agricultura irrigada deve gerar R$ 1,09 bi

O atual governo busca desenvolver também as atividades vocacionais do Ceará, como a agricultura irrigada e o turismo. No primeiro caso, a projeção é de que o Estado alcance 85.901 hectares de área cultivada este ano - 8,7% a mais do que em 2006 -, gerando uma produção de 2,849 mil toneladas - um incremento de 22,8% sobre a gestão anterior. Os dados constam da mensagem do Executivo cearense, encaminhada ao deputados estaduais, na reabertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa (AL).

A previsão é de que a agricultura irrigada gere R$ 1,096 bilhão em Valor Bruto da Produção (VBP) - 41,7% a mais do que em 2006, com 60.675 empregos diretos (12,9% de incremento em relação ao governo anterior). As exportações deste segmento são projetadas em US$ 151,8 milhões - 153,2% superior, na mesma base.

Os principais produtos do agronegócio cearense hoje são: castanha de caju, peles e couros, frutas, lagosta, cera de carnaúba, sucos de frutas, mel de abelhas, flores, camarões, LCC, pescado e hortaliças.

"Em três anos, o Estado ganhou três posições, figurando hoje como segundo maior exportador de frutas", comentou o governador Cid Gomes, ao entregar a mensagem na reabertura dos trabalhos na AL. Mas reconhece que é necessário ir além: "podemos expandir essa atuação tanto no plantio quanto na agroindústria, com a produção de sucos e extratos".

Já está em curso no Estado o projeto de "Avaliação técnica das culturas de clima temperado e tropical no Ceará". Trata-se de um piloto que prevê o cultivo experimental de maçã, pera, mangostão, cacau e oliveiras, em sete áreas distribuídas no território local, por meio de convênio entre a Adece, o Sebrae, a Univale e o BNB.

Com centenas de hectares de terras agricultáveis e alcançando o posto de 2º maior exportador de frutas do País, o Estado prospectou 24 empresas e instituições no segmento agroindustrial, ao longo de 2009.

O trabalho resultou na implantação de pelo menos três companhias: Koppert, Bioex e Maersk Line. (SC)

SAMIRA DE CASTRO
REPÓRTER

Fonte: Diário do Nordeste

Portal tende a elevar adesões


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O novo modelo da página na internet tem como premissa básica a agilidade

7/2/2010

O apoio dos vários atores (Sebrae, Previdência Social, Junta Comercial, contabilistas etc) envolvidos na formalização do empreendedor individual e o fato de estarem no mercado formal, só aumentam as chances de crescer e prosperar. E o que hoje é apenas um pequeno negócio amanhã poderá ser uma média e até uma grande empresa. Se há ainda algum empecilho, o problema deverá ser solucionado a partir de amanhã, dia 8, com a reformulação total no portal de acesso ao programa.

O novo modelo tem como premissa básica a imediatidade. Funcionando em todo País de forma simultânea e ininterrupta, utilizará plataforma tecnológica confiável, segura e apta a suportar a demanda. O sistema irá simplificar ao máximo os procedimentos e eliminará o cancelamento de inscrição.

Na prática, haverá uma tela única para entrada de dados, com a redução do número de campos para preenchimento e dispensa da reserva para nome empresarial e de declaração em papel e respectiva assinatura física. O Nire (Número de Identificação do Registro de Empresas) e o CNPJ serão gerados de imediato no novo modelo.

Balanço

Para Carlos Cruz, superintendente do Sebrae-CE, "a adesão ao EI ainda é pequena. Isso se deve, inicialmente, a problemas técnicos na página da internet do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic)". "Foi subestimada a projeção de formalizações. Eram esperadas um milhão, e o interesse foi muito maior".

Outro empecilho apontado por ele é "que ocorreram problemas nos links de acesso, a quantidade de páginas do formulário de chegava a 40, provocando erros no meio do processo, fazendo com que o usuário tivesse que começar tudo de novo".

Sobre o novo modelo, Cruz destaca: "O portal está sendo melhorado. O número de páginas do formulário de formalização foi reduzido para quatro e os links já estão funcionando. De modo que a projeção de 60 mil formalizações no Ceará este ano é factível, mas preferimos trabalhar com um número em torno de 40 mil".

O superintendente do Sebrae-CE destaca que o órgão está se preparando para dar um salto. "Estamos adaptando os treinamentos dados em sala de aula para a realidade do empreendedor individual. A ideia é que para cada formalização haja uma capacitação". Sem nenhum custo para o empreendedor, isso vai ocorrer junto com o programa de visitação a cada um desses empreendedores individuais, lançado pelo Sebrae Nacional. "Assim esse empreendedor vai entrar com o pé direito no mercado, com conhecimentos sobre gestão, formação de preços, noções de qualidade do produto, entre outros, a fim de que ele possa se perpetuar", destaca Cruz. (IM/ADJ)

Fonte: Diário do Nordeste

Ceasa deve iniciar em maio

6/2/2010

Mais de R$ 7 milhões estão sendo investidos na Ceasa do Cariri, já em obras no município de Barbalha

Juazeiro do Norte. Prevista para começar operar na região do Cariri no mês de maio, a Central de Abastecimento do Cariri deverá ter uma movimentação anual de produção, de início, de mais de 70 toneladas de hortifrutigranjeiro e, em curto espaço de tempo, chegar a 150 mil toneladas. Pelo menos, é essa previsão do secretário de Desenvolvimento Agrário do Estado do Ceará, Camilo Santana, que ontem participou, em Juazeiro, de audiência pública que discutiu assuntos relacionados à nova Ceasa. O debate ocorreu no Memorial Padre Cícero.

Uma palestra do especialista no assunto, o cratense e professor, Ivens Mourão, pioneiro na implantação de Ceasas no Brasil, destacou a importância econômica da Central de Abastecimento para a região. A nova unidade vai centralizar o comércio do setor atacadista, dinamizando toda a economia, até o consumidor final, por meio do varejo. Ele ressaltou em números o potencial econômico, além de dizer que as Ceasas no Brasil vendem mais do que as farmácias. "Vamos implantar aqui uma central que é tão importante como uma fábrica de automóveis ou uma siderúrgica", acrescenta.

A audiência teve como principal finalidade expor o projeto de implantação, com apresentação de maquete em três dimensões do empreendimento, no qual estão sendo investidos mais de R$ 7 milhões, e mostrar o potencial de absorção da produtividade da região. Prefeitos de várias cidades da região, secretários de Agricultura, técnicos agrícolas e pequenos produtores rurais estiveram presentes na audiência pública em Juazeiro do Norte.

Segundo o secretário do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do Município do Crato, Zilcélio Alves, esse é o momento dos agricultores começarem a se organizar para aproveitar esse potencial de absorção da produção que a região poderá ter, por meio do comércio atacadista na Ceasa. Ele destaca a produção de frutas como banana e manga no município do Crato, que deverá ser comercializada na Central, dando um retorno mais favorável aos pequenos produtores do município.

As concessões dos espaços para os comerciantes locais estão sendo planejadas, para que, segundo Camilo Santana, sejam estabelecidos critérios legais para ocupação, e se possa estabelecer prioridades a setores que já atuam nessa área. "A Ceasa tem o papel de regular produtos, preços, evitando o atravessador. Os municípios devem manter os seus mercados para abastecer os seus consumidores. O papel da Central não é vender diretamente para o consumidor", explica.

Produção local

O secretário Estadual de Desenvolvimento Agrário destaca a importância do estímulo à produção local, principalmente de hortifrutigranjeiro, na qual ele considera de grande potencial. São esses os espaços que os produtores locais terão, de acordo com Camilo Santana, para garantir comercialização. Há mais de seis meses uma equipe vem desenvolvendo um estudo de mercado, verificando os números relacionados à comercialização nos três maiores municípios da Região Metropolitana do Cariri (RMC), Crato, Juazeiro e Barbalha, e nas outras cidades.

A Ceasa deveria ser inaugurada no mês de março deste ano, mas, de acordo com Camilo, houve alguns atrasos na obra, inclusive com a mudança de construtora, no início. O secretário disse que o governador pediu que fosse acelerado o ritmo de construção, para colocar a Central em funcionamento em cerca de três meses.

Para o consultor Ivens Mourão, com a Central haverá a possibilidade do comércio de atacado - hoje já existente em mercados como o do Pirajá, em Juazeiro do Norte; e Walter Peixoto, no Crato - acontecer de forma mais racional e organizada, com preços mais acessíveis e com condições de trabalho mais favoráveis. Ele ressalta a boa localização geográfica do empreendimento, no município de Barbalha, aproximando as três principais cidade da região, que juntas já possuem mais de 400 mil habitantes.

De acordo com o consultor, somente os mercados dos três municípios já movimentam 70 mil toneladas por ano de alimentos. As expectativas são as melhores possíveis, acredita ele.

ENQUETE

Qual a sua expectativa em relação à nova Central?

ERASMO FERREIRA
Secretário de Agricultura do Crato
A Ceasa vai estimular a produção agrícola na região, dar mais espaço ao produtor e tirar o atravessador da cadeia produtiva

Adonias Sobreira
Gerente regional da Ematerce
É um implemento que tem grande importância na consolidação produtiva da fruticultura, olericultura e agroindústria

ZILCÉLIO ALVES
Presidente do Sind. dos Trab. Rurais do Crato
É um sonho que está prestes a ser realizado. Acho que vamos ter grande produção de hortifrutigranjeiro na região do Cariri

MAIS INFORMAÇÕES
Secretaria de Agricultura de Barbalha, Rua Adão Apolinário, 90
Centro - Cariri
(88) 3532.1189

Elizângela Santos
Repórter

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A AUDIÊNCIA PÚBLICA objetivou apresentar e debater o projeto da nova Central de Abastecimento

Fonte: Diário do Nordeste

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Noca campanha da Top Móveis

Adax lança campanha "100% MDF é na Top Móveis"

Todeschini será Patrocinadora Nacional da Casa Cor 2010

Portal Varejista

A Todeschini mais uma vez ousa e inicia 2010 com uma importante parceria. A empresa acaba de assinar o contrato de Patrocínio Nacional com a CASA COR, maior evento de arquitetura, decoração e paisagismo das Américas. A marca de móveis planejados terá exclusividade na assinatura como patrocínio do evento no segmento e estará presente de forma impactante nas 15 edições da mostra que acontecerão no Brasil.

Criada em 1987, a CASA COR valoriza os profissionais do setor e, ao mesmo tempo, proporciona aos visitantes experiências diferenciadas e únicas com a exposição de ambientes com as últimas novidades. Sempre muito aguardada, a mostra tornou-se sinônimo de bom gosto, ditando tendências e influenciando formadores de opinião.

Como Patrocinadora Nacional, a Todeschini estará com seu mobiliário no principal ambiente de cada CASA COR, e terá sua marca presente em todos os materiais de comunicação das exposições. Durante cada mostra, arquitetos e decoradores convidados poderão participar de eventos exclusivos que acontecerão nestes ambientes.

O presidente da CASA COR, Angelo Derenze, destaca que a formalização da parceria é de grande importância para todo o segmento. “É muito valioso ter uma empresa como a Todeschini, que tem desenvolvido um trabalho relevante em prol da decoração no Brasil, como Patrocinadora Nacional da CASA COR”, afirma Derenze.

De acordo com o presidente da Todeschini, João Farina Neto, a CASA COR é uma plataforma de grande expressão, tanto para as marcas participantes quanto para os profissionais envolvidos. “Patrociná-la é também uma forma de mostrar ao mercado que acreditamos e apoiamos a arquitetura nacional”, afirma, e completa: “O Brasil tornou-se palco de profissionais criativos e competentes nesta área, além de possuir produtos de extrema qualidade e excelência. Vale à pena investir”.

Durante a temporada 2010, a CASA COR seguirá o tema “Sua casa, sua vida, mais sustentável e feliz”. O urbanista Lucio Costa, idealizador dos projetos de Brasília juntamente com Oscar Niemeyer, será o grande homenageado do ano em todas as edições da mostra.

Para conquistar novo público, empresas reinventam marcas tradicionais

G1

Por mais de um século, as vendas da Granado Pharmácias, empresa fundada em 1870 no Rio de Janeiro, praticamente resumiram-se a dois "carros-chefes": o sabonete de glicerina e o polvilho antisséptico. Nos últimos anos, porém, a empresa passou por um processo de "reinvenção" que culminou na abertura de lojas em regiões nobres em São Paulo e no Rio de Janeiro e no desenvolvimento de uma linha de 250 produtos vendidos para todo o Brasil pela internet.

Com a ampliação da linha de produtos, a diretora de marketing da Granado, Sissi Freeman, diz que a dependência dos produtos tradicionais diminuiu e os produtos ganharam mais valor agregado. Há cerca de cinco anos, 70% das vendas da Granado eram fruto do polvilho antisséptico tradicional, proporção que recentemente caiu para 50%.

O tradicional polvilho antisséptico, antes relegado à embalagem marrom, também evoluiu. Sissi diz que ele ganhou novas versões – entre elas, a da linha Pink, direcionada ao público feminino –, modernizando-se junto com a linha de sabonetes, cremes, talcos e perfumes. Como resultado, diz ela, o faturamento da empresa vem crescendo 20% ao ano desde 2007.

Produtos mais caros

A estratégia de lojas próprias permitiu, segundo a diretora da empresa, o oferecimento de produtos de maior valor agregado não apenas da Granado, mas também a revitalização da marca Phebo, da qual a empresa também é proprietária. Vendidas no site em frascos de vidro, por exemplo, os novos perfumes Phebo de 100 ml chegam a custar R$ 110.

Além das unidades de fábrica, em Belém e no Rio de Janeiro, a Granado optou por trazer seus produtos para a "classe A", com lojas próprias na Daslu e nos Jardins, em São Paulo, e no Leblon, no Rio. Em 2010, a empresa pretende abrir mais cinco novos pontos-de-venda, em mercados como Curitiba e Brasília.

A Granado tenta trazer para suas lojas uma clima de "antigamente": elas lembram as tradicionais boticas do início do século 20. O lançamento de produtos novos obedece a tradição e o caráter "vintage" das marcas, com embalagens de vidro de qualidade e logomarcas em letras serifadas.

Apesar de as lojas estarem em áreas nobres, Sissi conta que o objetivo da Granado é continuar a competir no quesito preço. Ela diz que um sabonete antiacne da marca, por exemplo, custa R$ 6, enquanto a média do mercado é de pelo menos o dobro disso.

"Não é bom a gente ser depender de um só produto. Por isso, o objetivo é oferecer mais qualidade, mas a um valor bacana. A nossa clientela, que era muito fiel, quer experimentar [variações]. Assim, criamos aos poucos a linha Pink, a linha bebê e a linha pet”, diz.

Outro objetivo para 2010, conta Sissi, é a finalização de um site exclusivo para as vendas dos produtos Phebo, hoje vendidos dentro do portal da Granado.

A ideia é deixar bem-definidas as características das duas marcas: a Phebo vai focar cosméticos e perfumes, resgatando o valor agregado da marca com novas linhas; já a Granado, diz a diretora, tem tradicionalmente características terapêuticas, aliadas a tratamentos para a pele, por exemplo.

Direto dos anos 80

Nos anos 80, a marca de artigos esportivos Topper vestiu ídolos como Zico, Falcão e Sócrates nos mundiais de futebol de 1982 e 1986. Depois de um período discreto, a marca foi adquirida pela Alpargatas brasileira junto com os demais ativos da empresa argentina de mesmo nome.

Agora, a Topper passa por um período de reformulação, que incluiu a abertura de uma “loja conceito” no ano passado, em São Paulo.

De acordo com Fernando Beer, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, a imagem da Topper estava envelhecida. Por isso, uma das estratégias foi ampliar o portfólio, que agora inclui um maior número de esportes e também itens mais voltados para a moda. “No Brasil, antes a Topper atendia só o futebol e era exclusivamente masculina. Agora, é multicategoria e unissex”, explica ele.

Hoje, segundo Beer, metade das vendas da Topper vem do setor de moda esportiva – ou seja, são itens que podem ser usados no dia-a-dia e não apenas durante a prática de esportes. O objetivo, segundo o executivo, é aumentar o número de lojas próprias da Topper a partir de 2011 no Brasil. Na Argentina, onde a marca é mais forte, já existem 20 unidades próprias.

Embora uma empresa tenha sido contratada para reinventar a Topper, que ganhou uma “cara” mais internacional, o caráter “retrô” não foi totalmente abandonado: entre os produtos oferecidos na loja própria da marca em São Paulo estão camisetas estilizadas com o rosto do “doutor” Sócrates, garoto-propaganda da marca nos anos 80.

Jovem de hoje

Sucesso entre adolescentes nos anos 80 e 90, a Pakalolo “ressurgiu” no segundo semestre de 2009, administrada pelo grupo têxtil catarinense Marisol. A empresa havia comprado a marca em 2005, mas havia deixado o nome na “geladeira” até cerca de seis meses atrás, quando abriu três lojas Pakalolo (duas em São Paulo e uma em Florianópolis).

A marca pretende fechar 2010 com 20 lojas no país, operadas em esquema de franquia; nos próximos cinco anos, serão cerca de 100 lojas.

“Queríamos ver o que seria possível explorar em relação ao 'recall' que tem no mercado”, Roberto Keiber, diretor-executivo da Marisol, sobre o período de quatro anos de espera. O executivo aponta que, apesar de ter ficado sumida por mais de dez anos, não houve rejeição à marca: “A Pakalolo deixa uma memória muito positiva, na faixa de 35, 40 anos”, diz.

A “nova Pakalolo”, no entanto, tem foco nos consumidores de 18 a 25 anos – público que, em sua maioria, não era o mesmo que consumia a marca em seu auge. Keiber não vê problema: “Nós abrimos a loja no Morumbi e foi impressionante o reconhecimento do público jovem. Ele tem reconhecimento pelo fato do pai ou do irmão mais velho ter falado dessa marca."

Segundo Keiber, a marca foi adquirida para complementar o porfólio adulto da Marisol. “Nós entendemos naquele momento que essa marca se encaixaria nos próximos anos de trabalho da Marisol. Hoje nós temos um volume de 75% dos negócios no segmento infantil. O segmento adulto a gente vinha trabalhando numa parte mais acanhada e a compra veio com o objetivo de conquistar uma fatia maior nesse segmento”, diz.

Eletros quer propor geladeira e lavadora como produto essencial

O Estado de São Paulo

A Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) vai apresentar ao governo federal proposta para que refrigeradores e lavadoras de roupa também sejam considerados produtos essenciais. Assim, suas alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) poderiam ser beneficiadas por essa característica, como acontece com os fogões.


Segundo o presidente da Eletros, Lourival Kiçula, o setor poderá propor, por exemplo, que a alíquota dos tanquinhos seja reduzida para 5% e das máquinas mais sofisticadas, para 10%.


Essa proposta será levada ao governo juntamente com o pedido para que sejam concedidas alíquotas diferenciadas aos produtos sustentáveis, como ocorreu nos últimos meses. Em 31 de outubro do ano passado, as alíquotas reduzidas dos produtos refrigerador e freezer, lavadora de roupa e fogão considerados eficientes do ponto de vista energético foram prorrogadas para 31 de janeiro.


Nesta quinta (28), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou o fim do IPI reduzido para eletroeletrônicos e automóveis, cujo prazo termina neste domingo (31). "Fomos pegos de surpresa. As alíquotas tinham sido prorrogadas para os produtos sustentáveis. Tínhamos certeza da renovação por causa dessa diferenciação", disse Kiçula.


De acordo com o presidente da Eletros, os lojistas sempre fecham as compras no último dia do mês, o que faz com que os produtos que vão abastecer as prateleiras em fevereiro sejam faturados com as alíquotas reduzidas de IPI. "Os consumidores vão pagar mais caro a partir de março", afirmou.


O IPI para eletrodomésticos da linha branca foi reduzido em abril do ano passado. Na ocasião, o governo baixou o IPI das máquinas de lavar roupa de 20% para 10%, das geladeiras de 15% para 5%, dos fogões de 5% para zero e dos tanquinhos de 10% para zero. No fim de outubro, o governo decidiu prorrogar o benefício até 31 de janeiro de 2010 apenas para os eletrodomésticos mais eficientes do ponto de vista energético.

EAESP-FGV realiza seminário sobre tendências do varejo em 2010

Portal Varejista

Com o objetivo de ilustrar as tendências e as expectativas para o varejo brasileiro em 2010, o CEV-EAESP-FGV realiza na próxima quinta-feira, 4, das 8h55 às 13h, o seminário “Tendências e Expectativas para o Varejo de 2010”.

Entre os palestrantes, Romano Pansera, Promovisão e POPAI Brasil e Paulina Arena, Lola & Maria. Além dos professores da EAESP-FGV, Juracy Parente, Cláudio Gonçalves Couto, Maurício Morgado e o professor convidado da PUC-SP, Claudemir Galvani. O EAESP–FGV fica na Rua Itapeva, 432 – 4° andar.

Mais informações e inscrições sobre o seminário pelo telefone (11) 3799- 7970 ou www.fgv.br/cev


Subway inaugura lojas em todo o Brasil

Portal Varejista

A Subway – segunda maior rede de fast-food do mundo em número de lojas, com mais de 32 mil espalhadas em 91 países – inaugurou em janeiro 6 novos restaurantes em diversas localidades do país. Receberam uma unidade os seguintes estados: Pernambuco, Amazonas, Rio Grande do Norte e Paraná. Em São Paulo a rede abriu duas novas lojas. Em fevereiro a previsão é de ter mais de 20 novas unidades nas regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste, Sul e Sudeste do Brasil. Hoje a rede conta com 385 pontos de venda e para 2010 a meta é chegar aos 500 estabelecimentos abertos.

A Subway é uma opção ideal para quem procura uma refeição rápida e ao mesmo tempo saudável, com sanduíches e saladas. Assim, o próprio consumidor pode montar o seu prato, escolhendo os ingredientes. O cardápio conta com sanduíches que podem ou não ser tostados, como Frango Teriaki – frango com molho teriaki; Melt – peru, presunto e bacon; Frango Pizzaiolo - frango, peperoni e molho marinara; Almôndegas com molho marinara; Pizza Sub – com salame, pepperoni e molho de marinara; Peito de Frango e Carne e Queijo; Club – com presunto, peru e rosbife; Mussarela de Búfala com Tomate Seco; Presunto; Atum; Peru; BMT – com salame, pepperoni e presunto; Peru e Presunto; Roastbeef; e Vegetariano.

Além disso, todos são acompanhados por queijo (prato, suíço ou cheddar) e vegetais (alface, tomate, cebola roxa, pimentão, pepino em conserva e azeitona) e seis tipos de pão (Queijo, Gergelim, Italiano Branco, Parmesão com orégano, Integral e Integral com Granola) a serem escolhidos pelo cliente. Os sanduíches podem ser temperados com sal, pimenta, azeite, vinagre; e os molhos Parmesão, Barbecue, Cebola Agridoce, Mostarda e Mel e Chipotle (levemente picante). É possível, ainda, transformar qualquer lanche em salada. Caso desejar, o cliente tem a opção de adicionar mais ingredientes ou recheio em dobro
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Comércio: dicas para atendimento no caixa!


1 01UTC fevereiro 01UTC 2010 · Deixe um comentário

Muitas vezes considerado uma “zona de tensão” dentro da loja ou até mesmo um local sem muita importância, o caixa merece toda a atenção por parte dos gestores do varejo. Afinal, o momento final da venda é tão importante quanto a abordagem ou a negociação e, por isso, requer atendentes capacitados. Para que o atendimento neste ponto seja satisfatório, é preciso reconhecer sua importância e contar com técnicas apropriadas.

O consultor especializado em varejo, atendimento e vendas Scher Soares (São Paulo/ SP), sublinha que o caixa é conhecido como uma área delicada dentro do ponto-de-venda. Ao mesmo tempo que, na maioria dos casos, o cliente deseja passar por ele rapidamente, é também o momento no qual o consumidor, de fato, assume o comportamento prático de pagar por seu consumo. “É um momento em que, mesmo inconscientemente, o cliente sente o ônus do pagamento e avalia o bônus da sua compra. Qualquer deslize neste momento pode causar mais ênfase no ônus, no desembolso, ao mesmo tempo que um detalhe positivo agrega valor à compra e, da mesma maneira, dá mais ênfase no bônus da aquisição”, avalia. Ao caixa, segundo ele, cabe esse ‘grand finale’, com um atendimento que valorize a compra do cliente, com comportamentos diferenciados que o façam se sentir servido e que resultem em uma boa experiência. Segundo o professor e consultor de vendas e atendimento Eduardo Frederico Dias Pereira de Oliveira (Recife/PE), o profissional que opera no caixa, além das competências necessárias ao bom desempenho de suas atividades, deve ser um exímio vendedor e ser tão bem treinado para as vendas quanto os demais vendedores. “A importância dessa visão para uma organização está no fato de que, muitas vezes, é no caixa que as vendas se concretizam. De que adianta os vendedores oferecerem um excelente atendimento se, ao chegar no caixa para concretizar a venda, o cliente não for bem tratado e estimulado a voltar?”, questiona. No caixa, muitas vezes, o atendente pensa que a venda já está finalizada e não precisa mais cativar o cliente. Oliveira salienta que, assim como os vendedores são chamados atualmente de “consultores de vendas”, o atendente de caixa, dentro de uma visão sistêmica de negócio, nada mais é do que um “consultor final”, sendo uma peça importante dentro da estratégia de negócio de uma organização. “Quando colocamos nesta posição de trabalho pessoas que não possuem o perfil voltado para vendas e atendimento, corremos o risco de perder o cliente na “boca do caixa”. É como perder um gol sem goleiro”, sublinha. O atendimento no caixa é o momento, segundo ele, de confirmar o pedido junto ao cliente, o endereço para a entrega e o prazo para o pagamento, fazer recomendações sobre o produto oferecido, garantia, assistência técnica, entre outros.

Lia Nara Bau/Jornal Exclusivo

Fonte: exclusivo.com.br

Por Diego Batista – Marketing Digital – Bolsa de Mercadorias Têxteis

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ZPE vai incorporar o conceito de Eco-Parque

31/1/2010
Um dos mais antigos projetos industriais esperados no Estado deve começar a virar realidade no Pecém a partir de março. No referido mês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá aprovar a Zona de Processamento de Exportações (ZPE) do Pecém, que, de acordo com os planos estaduais, irá operar já no primeiro semestre de 2011.

A zona irá englobar indústrias voltadas para exportação, que contarão com liberdade fiscal em suas operações no comércio exterior. Este modelo, já existente em várias partes do mundo, gera resultados positivos com a forte atração de empresas e, aqui, o governo já configurou um conceito que deverá dar ainda mais peso à ZPE cearense: o "Eco-Parque Industrial".


Estrutura

"O Eco-Parque é uma estrutura de distrito industrial especial em que todas as questões em meio ambiente são tratadas de forma mais completa e integrada", explica o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece), Antônio Balhmann. Esse modelo trabalha a recirculação dos materiais utilizados nas indústrias. Na prática, um cluster de atividades inter-relacionadas entre si seria o objetivo desse tipo de conceito.

De acordo com o presidente da Adece, este é um conceito novo no mundo, e fará um diferencial na ZPE do Ceará. "As empresas que estiverem na ZPE do Ceará vão institucionalmente incorporar essa característica, valorizando a sua marca. Nós queremos diferenciar os produtos da ZPE com esse conceito de eco-parque", diz.

A definição, como explica Balhmann, funciona como um estratégia para atração de investimentos. "Devemos atrair, por exemplo, empresas de alimentos exportadoras só por causa desse conceito. Isso porque esse segmento tem controles maiores de qualidade no comércio exterior, exige mais marcas com mais peso. Essa questão (do ecologicamente correto) hoje já é uma exigência mundial".

Valorização

A decisão por esse modelo, aponta, vai valorizar a localização do Pecém. "O Porto do Pecém é um terminal portuário muito novo, e o fato de ter uma ZPE dentro da área, nesse conceito de eco-parque, certamente vai favorecer as empresas que exportam, que precisam hoje agregar à sua marca e a seus processos produtivos esse conceito, já por exigência do mercado mundial", diz.

O presidente da Adece informa que já existem mais de 30 empresas que demonstraram interesse em se instalar na zona de processamento do Pecém. Entre os segmentos que devem direcionar suas unidades de produção e exportação para lá, Balhmann destaca as empresas de frutas, em especial as ´packing houses´, que são as unidades de embalagem dos produtos.

"Quem opera fruta certamente vai ter packing house dentro das proximidades da fazenda, e uma outra parte, a de embalagem final, e outros processos de beneficiamento da fruta, deverá ser dentro da ZPE", informa. A indústria de calçados, que é uma das principais exportadoras do Estado, também deve ter unidades fabris na zona, assim como as confecções, em especial a de jeans, e a área de eletroeletrônicos. "As que já estão no Estado não devem fazer uma nova planta dentro da ZPE. Elas vão pegar a fase final e colocar lá", esclarece.

Atraso

As ZPEs são distritos industriais incentivados, onde as empresas nelas localizadas operam com suspensão de impostos, liberdade cambial (não são obrigadas a converter em reais as divisas obtidas nas exportações), além de procedimentos administrativos simplificados - com a condição de destinarem pelo menos 80% de suas produções ao mercado externo.

A parcela de até 20% da produção vendida no mercado doméstico paga integralmente os impostos normalmente cobrados sobre as importações.

A ZPE é uma alternativa de desenvolvimento econômico em várias partes do mundo, sobretudo em países asiáticos, e o Brasil está atrasado, segundo avaliam os especialistas. Com a nova legislação e com o empenho do Governo Federal e dos Estados, espera-se conseguir superar o atraso. (SS)

Empregos já atraem mão-de-obra

"Eu trabalhava em uma fábrica de sal mineral para alimentação de animais, aqui mesmo no Pecém, mas resolvi entrar na equipe das obras da esteira como auxiliar de topógrafo porque o salário é melhor. E acredito que a gente tem que procurar sempre o melhor. Estou decidido disto, mesmo este emprego sendo temporário. É porque, com tantas obras, quando terminar essa, logo deve surgir outra. Sei que terão mais emprego depois, eu estou tranquilo. Hoje, a gente vê que boa parte do pessoal do município de São Gonçalo do Amarante está trabalhando nesses grandes projetos do Porto do Pecém. Não existe mais aquela dificuldade de encontrar emprego."

GILMAR FARIAS, 28, AUXILIAR DE TOPÓGRAFO

"Há duas semanas eu comecei a trabalhar nas obras da siderúrgica como pedreiro. Estamos, no momento, construindo o refeitório, e outras estruturas aqui. Estava há seis meses desempregado, então cheguei aqui, e arranjei este emprego. Estou feliz com o trabalho, e quero continuar nas obras até o fim. Sou do distrito de Siupé, em São Gonçalo, e lá também tem muita gente trabalhando nas obras do Pecém. Antes, eu estava trabalhando na construção de um resort lá em Taíba. Agora, no Pecém. Espero que daqui pra frente o trabalho não vá parar. Lembro que antes era uma dificuldade medonha conseguir emprego; agora, todo mundo tem, é emprego de todo lado."

GASTÃO FREITAS, 48, PEDREIRO

"Já estamos sentindo bastante dificuldade para conseguir mão-de-obra por aqui pelo Pecém e nas localidades vizinhas. Antes, assim que eu precisava, bastava "dar um grito" e apareciam mais de 50 pessoas prontas para trabalhar. Os moradores daqui eram, na maioria, pessoas desempregadas. Mas, percebemos que esta realidade mudou, com a recente chegada de todas essas obras no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, que já começaram a gerar muitas vagas de emprego. Atualmente, para arranjar poucos trabalhadores pra fazerem um simples serviço para o meu a minha empresa, não tem. As coisas mudaram."

JOÃO CARLOS, "SASSÁ", EMPREENDEDOR

Fonte: Diário do Nordeste

As Novas tendências do varejo 2010 são apresentadas em Nova Iorque

19/01/2010

A 99ª Convenção Mundial do Varejo realizada no Centro de Convenções na cidade de Nova York, no período de 08 a 16 de janeiro, teve como tema “Opportunity”. Na programação oficial foram ofertadas 44 palestras para as delegações de lojistas do Brasil, com tradução simultânea, tendo em foco os temas como melhorias e as novas tendências do varejo para 2010.


Paralelo ao evento, a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), realizou um encontro de trabalhos com as delegações brasileiras ligadas ao movimento lojista, no hotel Crowne Plaza, especificando o tema e as palestras mais importantes da feira.


Estiveram presentes na Convenção os presidentes da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Fortaleza, empresário Freitas Cordeiro, e o da Federação das Câmaras dos Diretores Lojistas do Ceará (FCDLCE), empresário Honório Pinheiro, com o objetivo de participar, observar e depois replicar o conteúdo do evento na capital cearense, através do evento Cenários do Varejo, marcado para acontecer no próximo mês de fevereiro, nos dias 25 e 26, na sede da CDL de Fortaleza, visando mostrar, centrado na realidade local, as últimas novidades do comércio varejista para o empresariado cearense.


Para Freitas Cordeiro, a convenção reedita o sucesso anterior. “Ela mostra os avanços no campo tecnológico e as tendências do varejo de uma forma global”, comenta o presidente da CDL de Fortaleza. Para Honório Pinheiro, da FCDL/CE, a feira é indispensável para quem quer construir o varejo pensando na globalização.


Fontes: CDL Fortaleza